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G1 Economia

Musk perde R$ 1,8 trilhão em um mês, mas segue como pessoa mais rica do mundo; veja ranking

O bilionário e conselheiro de Donald Trump, Elon Musk, é um dos vários que querem comprar o aplicativo Reuters O empresário Elon Musk, que comanda a Tesla e a SpaceX, segue como a pessoa mais rica do mundo, mesmo após perder US$ 363 bilhões (R$ 1,815 trilhão) em julho. Os dados são da Forbes. 💰Em 12 de junho, Musk se tornou a primeira pessoa da história a alcançar uma fortuna de US$ 1 trilhão (R$ 5 trilhões). No mesmo período, Jeff Bezos, fundador da Amazon, ganhou US$ 29 bilhões (R$ 145 bilhões) e voltou ao terceiro lugar do ranking da Forbes. O movimento reforça o domínio das empresas de tecnologia e inteligência artificial entre os maiores bilionários do mundo: oito das dez maiores fortunas do planeta estão ligadas ao setor. Entre elas estão Google, Amazon, Meta, Nvidia, Oracle, Tesla e SpaceX. Juntas, as dez maiores fortunas do planeta encolheram US$ 368 bilhões (R$ 1,84 trilhão) em julho e passaram a somar US$ 2,6 trilhões (R$ 13 trilhões). Segundo a Forbes, as oscilações refletem

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Agência Brasil Pedro Peduzzi - Repórter da Agência Brasil

Copom inicia nesta terça reunião para definir taxa básica de juros

O Comitê de Política Monetária (Copom) do Banco Central (BC) inicia nesta terça-feira (4) a quinta reunião de 2026, em meio às projeções do mercado financeiro para novos cortes nos juros e redução das expectativas sobre a inflação. A decisão sobre a Taxa Selic será anunciada na noite de quarta-feira (5), depois de dois dias de discussões acerca do cenário econômico nacional e internacional. Notícias relacionadas:Pela 1ª vez desde março, mercado reduz expectativa para Selic em 2026.Copom adota cautela por tensões globais e expectativa da inflação.A Selic está em 14,25% ao ano – menor nível de 2026, após três reduções consecutivas de 0,25 ponto percentual promovidas pelo Copom nas reuniões de março, abril e junho. Na véspera do encontro, o Boletim Focus divulgado nesta segunda-feira (3) mostrou mudança nas expectativas do mercado financeiro. A mediana das projeções para a Selic ao fim de 2026 caiu de 14% para 13,75%, após cinco semanas de estabilidade. As projeções do mercado, portan

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G1 Economia

Auxiliar de Flávio Bolsonaro para área econômica propõe cortes equivalentes a 1,5% do PIB

Daniella Marques, integrante da equipe econômica do plano de governo de Flávio Bolsonaro, durante entrevista ao programa Radar, da GloboNews, nesta segunda-feira (3) Reprodução/GloboNews Auxiliar de Flávio Bolsonaro (PL) para a área econômica, Daniella Marques disse nesta segunda-feira (3) que o plano do candidato do PL a presidente prevê cortar gastos equivalentes a 1,5% do Produto Interno Bruto (PIB), rever o arcabouço fiscal e enxugar a estrutura do governo. “O Brasil precisa, antes de qualquer corte, recuperar a credibilidade”, disse Daniella em entrevista ao Radar GloboNews. Segundo Daniella, o plano tem quatro etapas: criar um Conselho Superior de Governança Fiscal; rever o arcabouço para controlar a trajetória da dívida em relação ao PIB; promover o corte de 1,5%; e realizar um “choque de gestão”, com redução e modernização da estrutura administrativa. Questionada sobre como pretende alcançar o corte, Daniella citou a securitização da dívida ativa, a criação de um fundo imobili

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G1 Economia

Japão e EUA compram ienes para conter queda da moeda japonesa

Foto de uma nota de iene. Thomas White/Reuters O Japão e os Estados Unidos entraram juntos no mercado para comprar ienes e tentar frear a queda da moeda japonesa, que ia rumo ao menor nível em 40 anos. Segundo o Ministério das Finanças do Japão, os dois países não hesitarão em tomar novas medidas. A medida, considerada incomum, foi feita na última sexta-feira (31), e aconteceu com o objetivo de evitar que a forte queda do iene e dos título públicos japoneses causassem repercussões globais. 🗒️ Tem alguma sugestão de reportagem? Envie para o g1 Analistas afirmam que uma forte desvalorização do iene pode provocar instabilidade nos mercados globais e elevar os custos de financiamento do governo dos Estados Unidos. Essa foi a primeira ação coordenada entre Japão e Estados Unidos desde 2011, quando os dois países atuaram juntos após o terremoto e o tsunami que devastaram o leste japonês. Agora no g1 Dados divulgados pelo banco central do Japão indicam que o país pode ter gasto até US$ 36,58