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G1 Economia

Preço do suíno cai para o 3º menor patamar da história em SP: 'sobreoferta e baixa demanda', analisa USP

Carne suína Reprodução/TV TEM A combinação de sobreoferta de animais e demanda enfraquecida, registrada na segunda quinzena de julho de 2026, ameaça o mercado paulista independente de suínos. O cenário fez o preço do porco pronto para o abate na capital e interior de São Paulo atingir o menor patamar de toda a série histórica, com média de R$ 5,18 o quilo nas praças acompanhadas pelo o Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada (Cepea), da USP em Piracicaba (SP). Segundo levantamento do Cepea, divulgado na última quinta-feira (20), a desvalorização acentuada no mês, impulsionada pelas férias escolares, acumula queda de 43,1% no ano para o animal vivo, na comparação com as cotações reais de dezembro de 2035. A carcaça especial registrou recuo de 36,2% no mesmo período. Segundo pesquisadores do Cepea, esse cenário é bastante semelhante ao observado em 2022. Para efeito de comparação, o pior momento do mercado naquele ano, nessa mesma praça, foi observado em fevereiro, quando a méd

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Agência Brasil Alana Gandra – repórter da Agência Brasil

Sete em cada dez brasileiros temem comprar remédios pela internet

Uma pesquisa realizada pelo Instituto QualiBest de Pesquisa de Mercado mostrou que 69% dos consumidores brasileiros têm receio de adquirir medicamentos falsificados pela internet. Quando isso acontece, 85% dos entrevistados atribuem às plataformas de venda online a responsabilidade pela oferta de remédios falsificados, sem registro ou de procedência desconhecida. Notícias relacionadas:Anvisa libera venda de medicamentos por plataformas como iFood e Rapp.A sondagem foi feita por encomenda da Associação Brasileira de Redes de Farmácias e Drogarias (Abrafarma) e ouviu 2.024 pessoas que são responsáveis pela compra de medicamentos no domicílio e com hábito de realizar compras pelo menos uma vez a cada três meses. As entrevistas foram realizadas entre 13 e 17 de julho, em todas as regiões do país. Além da falsificação, 59% temem receber medicamentos vencidos ou armazenados de forma inadequada e 54% citam o risco de adquirir produtos sem registro na Agência Nacional de Vigilância Sanitári