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G1 Economia

China compra 1 milhão de toneladas de soja americana e amplia disputa entre Brasil e EUA pelo mercado chinês

Donald Trump e Xi Jinping durante encontro em Pequim em 14 de maio de 2026 BRENDAN SMIALOWSKI/Pool via REUTERS Empresas estatais chinesas compraram entre 14 e 16 carregamentos de soja dos Estados Unidos na última sexta-feira (31). A operação ocorreu após a queda dos preços da commodity e às vésperas da visita prevista do presidente Xi Jinping aos EUA, no próximo mês. As informações são da agência de notícias Reuters. As aquisições somam cerca de 1 milhão de toneladas de soja. Cada carregamento tem aproximadamente 65 mil toneladas, com embarques programados para outubro, segundo as fontes. Segundo o operador de uma empresa global do setor, as compras foram feitas principalmente pela Sinograin, uma grande empresa pública da China, criada em 2000. “Além disso, a aproximação da visita de Xi Jinping aos Estados Unidos reforça o interesse da China em ampliar as compras de soja americana dentro dos compromissos assumidos com Washington", disse. Agora no g1 🔎 O movimento do governo chinês ocor

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G1 Economia

Dólar opera em alta, à espera de decisões de juros e de olho no petróleo; Ibovespa cai

Entenda o que faz o preço do dólar subir ou cair O dólar inverteu o sinal visto na primeira hora do pregão e passou a operar em alta nesta segunda-feira (3), com um avanço de 0,15% perto das 11h30, cotado a R$ 5,0774. Já o Ibovespa, principal índice da bolsa brasileira, tinha queda de 0,45% no mesmo horário, aos 177.200 pontos. 🗒️ Tem alguma sugestão de reportagem? Envie para o g1 ▶️ O petróleo volta a ficar na mira dos investidores nesta segunda-feira, após o presidente americano, Donald Trump, cancelar novos ataques contra o Irã no final de semana e sinalizar que uma nova rodada de negociações para um acordo de paz pode acontecer em breve. O Irã, no entanto, negou que tenha pedido uma interrupção dos ataques, contrariando o presidente americano. Ainda assim, as falas de Trump trouxeram mais otimismo para o mercado e se refletiam nos preços do petróleo. Perto das 11h30, o barril do Brent, referência internacional, tinha queda de 5,19%, cotado a US$ 83,37. Já o West Texas Intermediate