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G1 Economia

Além dos ovos: granja em SC cria codornas para consumo da carne e exporta metade da produção

Você já comeu carne de codorna? O ovo de codorna é conhecido nas saladas, nos petiscos e nas conservas. Mas, no oeste de Santa Catarina, a criação da ave também abastece outro mercado: o de carne. Em uma propriedade de Coronel Freitas, são abatidas de 15 mil a 16 mil codornas por dia, e metade da produção é exportada. Na região, a carne também faz parte do cardápio de restaurantes. No município de Arvoredo, a codorna recheada é uma das especialidades de Marta Bianchin, que prepara a receita no fogão a lenha. 🗒️ Tem alguma sugestão de reportagem? Envie para o g1 O recheio leva carne bovina, queijo ralado, milho, azeitona e um pouco de farinha de rosca para dar consistência. Na hora de preencher as aves, é preciso deixar espaço, porque a mistura aumenta de volume durante o cozimento. As codornas são acomodadas na panela com cuidado para o recheio não escapar. Segundo Marta, a própria gordura da carne é suficiente para o preparo, que leva cerca de duas horas e meia, dependendo da intensi

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G1 Economia

'Ninguém conseguia prever': chefe da Stellantis admite erro do setor diante da disparada chinesa

Herlander Zola, presidente da Stellantis para a América do Sul Divulgação/Stellantis Para Herlander Zola, presidente da Stellantis para a América do Sul, a indústria automotiva ocidental “errou” ao avaliar a velocidade com que a eletrificação ganharia relevância no mercado global, o que acabou dando aos chineses o protagonismo no desenvolvimento desses veículos. “A palavra correta é erro. A indústria ocidental errou na leitura de mercado daquilo que poderia se estabelecer em termos de velocidade de avanço de algumas tecnologias. Que o caminho seria eletrificado, todo mundo sabia”, disse o executivo em entrevista nesta terça-feira (6). ✅ Clique aqui para seguir o canal do g1 Carros no WhatsApp O executivo — que comanda na região marcas como Fiat, Jeep, RAM, Leapmotor, entre outras — negou que as montadoras tradicionais tenham subestimado ou ignorado a força da indústria chinesa, mas afirmou que as projeções sobre o avanço dessas marcas não foram precisas. “No ano passado, a participaç

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G1 Economia

Fim da 6x1: quais setores poderão ter escalas diferentes? Veja profissões que podem ficar de fora

Base quer expor voto da oposição sobre fim da 6x1 Dados do Ministério do Trabalho e Emprego (MTE) indicam que 14,8 milhões de trabalhadores que são contratados pelo regime da Consolidação das Leis do Trabalho (CLT) atuam na escala 6x1 no Brasil, modelo em que o trabalhador atua por seis dias consecutivos e tem um dia de descanso. O Senado Federal começou nesta terça-feira (6) a discutir a Proposta de Emenda à Constituição (PEC) 221/2019, que prevê o fim da escala 6x1. O texto reduz a jornada máxima de 44 para 40 horas semanais e garante dois dias de repouso semanal remunerado, sem redução salarial. 🗒️ Tem alguma sugestão de reportagem? Mande para o g1 Para que a proposta seja votada em primeiro turno, são necessárias cinco sessões de discussão no Plenário. Se for aprovada, segue para o segundo turno, que também exige três sessões de discussão. (veja como funciona) A regra vale para os trabalhadores abrangidos pela proposta, mas algumas atividades poderão ter formas diferentes de orga

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G1 Economia

A reação do mercado ao 1º turno: da euforia à incerteza - O Assunto #1820

Logo na abertura do pregão de segunda-feira (5), o Ibovespa, o índice da bolsa de valores brasileira, disparou mais de 7% e ultrapassou a marca de 200 mil pontos pela primeira vez. Além disso, a curva de juros futuros desabou e o dólar recuou para menos de R$ 5. O que explica a euforia dos mercados é o resultado das urnas no 1º turno, que indica favoritismo de Flávio Bolsonaro (PL) e um Congresso majoritariamente favorável a ele – a expectativa de setores do mercado financeiro é que, assim, seja mais provável que pautas econômicas liberais sejam aprovadas. Mas os agentes do mercado também têm dúvidas se a agenda econômica será uma prioridade em um eventual governo Flávio. Convidado: Bruno Carazza, professor associado da Fundação Dom Cabral e comentarista de economia do Jornal da Globo, da rádio CBN e do jornal Valor Econômico. Neste episódio, Natuza Nery conversa com o economista Bruno Carazza. Bruno analisa quais desafios Flávio ou Lula enfrentarão na condução da economia brasileira

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G1 Economia

ANP realiza leilões de petróleo e gás nesta quarta-feira; bônus mínimos chegam a R$ 2,18 bilhões

A Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP) realiza nesta quarta-feira (7) dois leilões que vão permitir a empresas disputar o direito de explorar petróleo e gás natural em diferentes áreas do país. Se todas elas forem arrematadas, as empresas vencedoras terão de pagar pelo menos R$ 2,186 bilhões ao governo. 🗒️ Tem alguma sugestão de reportagem? Envie para o g1 O valor, porém, não representa uma arrecadação garantida: os mais de R$ 2 bilhões são o valor corresponde à soma dos pagamentos mínimos exigidos por todas as áreas. A arrecadação dependerá de quantas receberem propostas e forem efetivamente arrematadas. Ao todo, serão oferecidas 326 áreas. A maior parte delas, 308, será leiloada pelo regime de concessão. Outras 13 serão disputadas pelo regime de partilha, e cinco são áreas onde já houve produção ou descoberta de petróleo e gás, mas em menor escala. 🔴 A primeira sessão começa às 9h e corresponde ao 4º Ciclo da Oferta Permanente de Partilha da Produção. Às