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G1 Economia

Os 10 dias que abalaram a corrida da IA: por que líderes do setor agora pedem para 'pisar no freio'

Inteligência artificial ganha espaço como diferencial competitivo nas empresas Inteligência Artificial Durante anos, a corrida para criar uma inteligência artificial cada vez mais poderosa seguiu um princípio conhecido no Vale do Silício: agir rápido e quebrar barreiras. Mas uma sequência de acontecimentos em apenas 10 dias abalou alguns dos maiores laboratórios de IA, à medida que pesquisadores passaram a alertar que as próprias criações do setor poderiam escapar do controle humano — e, em um cenário extremo, ameaçar a existência da humanidade. 🗒️ Tem alguma sugestão de reportagem? Mande para o g1 Um pesquisador da Anthropic pediu demissão e afirmou que o ritmo de desenvolvimento da IA representa uma ameaça à humanidade, possivelmente dentro de uma década. Outro disse que as chances de extinção humana ultrapassavam 10%. Ao mesmo tempo, surgiram relatos de grupos de agentes de IA trabalhando em conjunto, invadindo sistemas de computador e contornando mecanismos criados para limitar s

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G1 Economia

Vendas de robôs humanoides atingiram 7 mil unidades em todo o mundo em 2025

Robô humanoide da empresa americana Figure Divulgação/Figure Cerca de 7.000 robôs humanoides foram vendidos no mundo em 2025 para uso industrial e em serviços profissionais, segundo dados compilados pela Federação Internacional de Robótica (IFR, na sigla em inglês). O número ainda é pequeno diante das previsões de um boom desse tipo de robô nos próximos anos, especialmente na China, maior mercado mundial de robôs industriais. No mês passado, o país apresentou robôs humanoides correndo e praticando boxe em seus jogos de robótica. 🗒️ Tem alguma sugestão de reportagem? Mande para o g1 Segundo os critérios da IFR, um robô é considerado humanoide quando tem aparência semelhante à humana e consegue operar de forma autônoma em um ambiente projetado para pessoas. O robô não precisa necessariamente ter pernas para ser classificado dessa forma. Os dados da IFR, analisados pela Reuters, oferecem uma das primeiras medidas de toda a indústria sobre uma tecnologia que vem atraindo bilhões de dólares

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G1 Educação

Pisa: 20 estados e o DF vão pior em matemática do que o esperado para seus níveis socioeconômicos; veja ranking

Desempenho de cada estado depende do nível socioeconômico Marcos Araújo/Secom Mesmo considerando a realidade de cada região, como dificuldade de acesso à internet ou baixa escolarização dos pais dos alunos, 20 estados e o Distrito Federal tiveram notas de matemática no Pisa (Programa Internacional de Avaliação de Alunos) abaixo das esperadas para seus níveis socioeconômicos. Veja os rankings mais abaixo. ✏️O que é Pisa? É uma avaliação de matemática, de leitura e de ciências, organizada pela Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE) e focada em jovens de 15 anos, de escolas públicas e particulares. Participaram da edição mais recente 91 países. Esse detalhamento do desempenho dos estados brasileiros não era informado desde 2015. Pesquisadores do Iede (Interdisciplinaridade e Evidências no Debate Educacional), a pedido do g1, adaptaram os resultados estaduais tanto de matemática quanto de leitura e de ciências, considerando, em uma escala padronizada, os seguintes

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G1 Economia

Nostalgia dos anos 1980 esquece um detalhe: a inflação chegou a quase 1.800%; relembre

Anos 80: por que a inflação era tão alta no Brasil? Uma onda de nostalgia pelos anos 1980 ganhou as redes sociais, com lembranças da moda, dos bailinhos, dos grandes hits e do cinema. Mas um personagem importante costuma ficar fora dessa memória: a inflação, que chegou a 1.782,9% em 1989. O dinheiro perdia valor rapidamente, os preços chegavam a ser remarcados mais de uma vez por dia e as famílias antecipavam as compras. Os mais pobres eram os mais afetados, enquanto quem tinha acesso a instrumentos financeiros conseguia proteger melhor o dinheiro. Na tentativa de controlar a inflação, o Brasil adotou diferentes planos econômicos, congelou preços e trocou de moeda. O problema, porém, só foi controlado de forma duradoura em 1994, com o Plano Real. Toda semana, o g1 Explica simplifica a economia, o mercado financeiro e a educação financeira, mostrando como tudo isso afeta o seu bolso.

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G1 Educação

Pisa: veja o que diz cada estado sobre o desempenho na prova internacional

Três olhares sobre o Pisa O g1 publicou, nesta quarta-feira (23), uma análise do desempenho individual dos estados brasileiros e do Distrito Federal no Pisa 2025 — prova internacional de matemática, ciências e leitura. O levantamento, elaborado pelo Iede (Interdisciplinaridade e Evidências no Debate Educacional) a pedido do g1, considerou a situação socioeconômica de cada localidade para calcular quais seriam as notas esperadas no teste. Para isso, usou o índice informado pela OCDE (Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico) que reúne, em um indicador só, a escolaridade dos pais dos alunos, a situação ocupacional das famílias e o acesso a recursos e bens em casa. Nesta reportagem, veja o que cada secretaria de educação estadual comentou sobre os resultados do Pisa. Os estados que não constam abaixo não haviam respondido ao g1 até a mais recente atualização do texto. CEARÁ Matemática: 363,3 (10,5 pontos acima do esperado) Leitura: 394,5 (49,7 pontos acima do esperado

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G1 Economia

Eleições: postar opinião política nas redes sociais pode afetar a vida profissional? Entenda

Urna votação eleição 2024 Thiago Gadelha/SVM As redes sociais são uma das principais ferramentas de campanha nas eleições de 2026. Além dos próprios candidatos, usuários também reagem, comentam e compartilham opiniões sobre a disputa. Mas você sabia que isso pode ter impacto no trabalho? 🤔 A liberdade de expressão, garantida pela Constituição Federal de 1988, também se aplica às redes sociais. Mas, assim como fora do ambiente virtual, excessos podem trazer consequências, inclusive no mercado de trabalho. E as empresas estão atentas a isso. 🗒️ Tem alguma sugestão de reportagem? Mande para o g1 Em regra, o funcionário não pode ser punido apenas por manifestar apoio ou oposição a determinado partido ou candidato em seu perfil pessoal. Da mesma forma, a empresa não pode proibir genericamente que empregados expressem opiniões políticas em redes pessoais. Mas, segundo especialistas ouvidos pelo g1, a empresa pode estabelecer regras para o uso de canais institucionais e de redes profissionais