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G1 Educação

Quanto mais idiomas você fala, mais jovem seu cérebro pode parecer, indica pesquisa

Falar mais de uma língua deixa o cérebro mais jovem O segredo para a juventude? Dominar mais de um idioma. Ao menos para a juventude do cérebro. Um estudo recente descobriu que quanto mais línguas você fala, mais jovem seu cérebro parece.  Para isso, os cientistas recrutaram 728 pessoas de diferentes idades do País Basco que falavam de um a quatro dos seguintes idiomas: espanhol, basco, francês e inglês. Eles observaram a atividade cerebral dessas pessoas e usaram inteligência artificial para analisar os dados e criar um chamado "relógio de envelhecimento cerebral". E usaram um relógio para avaliar a idade cerebral de um segundo grupo de 144 voluntários. O resultado foi surpreendente.  O cérebro de quem falava dois idiomas parecia cerca de seis anos mais jovem do que o de quem dominava apenas uma língua. Já o de quem falava três idiomas ganhava mais um ano de juventude, chegando a sete. Já o cérebro de quem falava quatro idiomas era 13 anos mais jovem. Agora no g1 Mas antes que você

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G1 Economia

Dá para desligar uma IA? Entenda por que um 'botão de emergência' pode não ser tão simples

ChatGPT, DeepSeek, Claude, Mistral AI, Gemini, Copilot e Poe Solen Feyissa/Unsplash É possível parar uma inteligência artificial? Tecnicamente, uma IA pode ser interrompida, enquanto estiver em um ambiente controlado. Mas quanto mais essa tecnologia atua de forma autônoma em vários sistemas, mais complexo se torna o bloqueio, alertam os especialistas. A pergunta parece cada vez mais pertinente, levando-se em conta que se multiplicam os incidentes de segurança relacionados com a IA e aumentam os temores sobre os riscos desta tecnologia. 🗒️ Tem alguma sugestão de reportagem? Mande para o g1 Existe um "botão de emergência"? "No campo da cibersegurança ligada à IA", um botão de desligamento de emergência, ou *kill switch* em inglês, designa "a capacidade de interromper a execução da ação de um agente de IA" - um programa construído sobre um modelo de IA generativa capaz de encadear sozinho uma série de tarefas -, explica à AFP Nicolas Papernot, professor na Universidade de Toronto e espec