Boca Juniors x O’Higgins: horário e onde assistir à Sul-Americana
Equipes se enfrentam nesta quinta-feira (23), às 21h30 (de Brasília), na La Bombonera, em Buenos Aires
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Equipes se enfrentam nesta quinta-feira (23), às 21h30 (de Brasília), na La Bombonera, em Buenos Aires
Equipes retornam da pausa para a Copa do Mundo na Neo Química Arena
Entre os entrevistados, 80% do brasileiros veem a gravidade do sangue nas fezes, mas apenas 24% concordam fortemente que indica câncer de intestino
Autoridades afirmam que não há vítimas, enquanto equipes de emergência tentam conter o avanço das chamas
Uso de óculos de proteção e luvas é essencial; em caso de contato, lavar os olhos por minutos e procurar oftalmologista urgente
Tametara mirim, encontrado em Presidente Prudente, revela detalhes do cérebro e hábitos que explicam a evolução e diversidade das serpentes
Voo busca superar falhas passadas com modificações de hardware e software
“Estamos numa zona cinzenta neste momento”, disse Tom Stroup, presidente da Associação da Indústria de Satélites
Medida deve beneficiar cerca de 32 mil estabelecimentos e faz parte de pacote para aliviar a pressão sobre consumidores e empresas
Um navio-tanque atracado no cais marítimo de Keiyo, em Sodegaura, província de Chiba, no Japão. Yuichi Yamazaki / AFP A escalada da guerra entre Estados Unidos e Irã voltou a pressionar o mercado de energia e levou o petróleo Brent, referência internacional, a superar os US$ 96 (cerca de R$ 486,06) por barril nesta quinta-feira (23), o maior nível desde o início de junho. O avanço ocorre em meio ao aumento das preocupações com o fornecimento global de petróleo, diante das restrições à navegação no Estreito de Ormuz, uma das rotas marítimas mais importantes do mundo para o transporte da commodity. O Brent subia 2,2%, para US$ 96,14 por barril, enquanto o petróleo WTI, referência nos EUA, avançava 1,8%, para US$ 88,35. No começo do mês, o Brent era negociado abaixo de US$ 72, antes da intensificação do conflito. A continuidade dos confrontos tem dificultado a circulação de petroleiros no Estreito de Ormuz, passagem estratégica por onde normalmente transita cerca de um quinto de todo o p
NR-1: veja o que muda com a nova regra sobre saúde mental no trabalho A decisão do ministro André Mendonça, do Supremo Tribunal Federal (STF), de suspender por 90 dias a aplicação de multas e outras sanções previstas na Norma Regulamentadora nº 1 (NR-1) relacionadas aos riscos psicossociais no ambiente de trabalho levantou dúvidas entre trabalhadores sobre possíveis mudanças na proteção à saúde mental. A atualização da norma, que entrou em vigor em maio deste ano, ampliou a responsabilidade das empresas na prevenção de fatores como assédio moral, estresse ocupacional, excesso de jornada e sobrecarga de trabalho, que podem comprometer a saúde mental dos empregados.(veja o que muda) Apesar da decisão, os direitos dos trabalhadores permanecem os mesmos. O STF suspendeu apenas a aplicação das penalidades administrativas previstas na atualização da NR-1, mantendo a obrigação das empresas de identificar, avaliar e prevenir fatores de risco psicossocial. A medida é provisória, vale para empre
Duas obras infanto-juvenis recém-lançadas pela Companhia das Letrinhas trazem a pobreza e a desigualdade social como temas centrais Companhia das Letrinhas "Uma caminhada de mil léguas começa com um primeiro passo. Em outras palavras: comece." E, assim, Emicida começa. A introdução de dois livros infanto-juvenis assinada pelo cantor paulistano é o primeiro passo para uma pergunta complexa: como falar sobre pobreza e desigualdade com as crianças? A resposta foi elaborada em conjunto com a economista Esther Duflo. A franco-americana é professora de economia do Instituto de Tecnologia de Massachusetts (MIT), foi a segunda mulher na história a ganhar o Nobel de Economia, e também a mais jovem, aos 46 anos de idade, em 2019. Juntos, eles escreveram Volta por cima e Conta Comigo, obras recém-publicadas pela Companhia das Letrinhas. As publicações abordam temas relacionados à pobreza global e convidam as crianças a refletirem sobre soluções coletivas para enfrentar esse desafio. Agora no g1 P
Quando vender demais vira problema: os desafios de uma loja de cookies que viralizou Para muitos empreendedores, o maior desafio é conquistar clientes. Para Pedro Palma, dono de uma loja de cookies, o problema começou justamente quando eles apareceram — e em grande quantidade. Antes mesmo da inauguração, o negócio já chamava atenção nas redes sociais. O empreendedor decidiu transformar a reforma do ponto comercial em uma espécie de reality, compartilhando os bastidores da obra, os imprevistos e até momentos inusitados. A estratégia despertou a curiosidade do público e criou uma comunidade de seguidores antes da abertura das portas. O resultado foi imediato: em apenas dois dias, todo o estoque preparado para durar duas semanas havia acabado. Loja de cookies viraliza e mostra os desafios em crescer rápido demais Reprodução/PEGN O sucesso, porém, trouxe um desafio que muitos pequenos empresários enfrentam quando crescem mais rápido do que conseguem se estruturar. Sem conseguir acompanha
Secretário de Estado americano defendeu o avanço das negociações de paz e disse buscar novas áreas de cooperação com Moscou
Milícia apoiada pelo Irã alega ação após anunciar bloqueio naval; tripulação está em segurança
Operação atingiu instalações navais, depósitos de mísseis e drones, sistemas de defesa aérea e vigilância costeira; comando americano afirma que também intensificou o bloqueio marítimo
Número de casos diminui 2,5% no primeiro semestre de 2026 em comparação com o ano anterior, aponta levantamento
Na Casa Branca, Lula e Donald Trump discutem terras raras, crime organizado e comércio Jornal Nacional/ Reprodução As tarifas de 25% recentemente anunciadas pelos Estados Unidos contra o Brasil têm levado empresas brasileiras a buscar alternativas ao mercado americano. Uma estimativa recente do Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços (MDIC) indicou que cerca de 18% das exportações brasileiras para os EUA devem ser afetadas pelo novo tarifaço, o equivalente a US$ 7,4 bilhões (R$ 37,7 bilhões). 🗒️Tem alguma sugestão de reportagem? Mande para o g1 Para representantes de diferentes setores da economia ouvidos pelo g1, porém, diversificar mercados leva tempo, exige investimentos e não evita os impactos imediatos sobre exportações, empregos e faturamento. Além disso, empresários defendem uma redução da carga tributária e medidas para conter o avanço das importações, ampliando o espaço da indústria nacional no mercado interno como forma de amenizar os efeitos do tarifaço
g1 em 1 minuto: CNPJ com letras e números entra em vigor em julho A Receita Federal anunciou uma parada programada nos sistemas do Cadastro Nacional da Pessoa Jurídica (CNPJ) para concluir a implantação do CNPJ Alfanumérico, novo padrão de identificação das pessoas jurídicas no Brasil que passará a combinar letras e números. A interrupção está prevista para ocorrer entre as 21h desta quinta-feira (23) e as 7h da próxima segunda-feira (27). Durante esse período, diversos serviços relacionados ao CNPJ terão funcionamento limitado ou ficarão temporariamente indisponíveis. 🔎 A mudança faz parte do processo de modernização dos cadastros da Receita e busca ampliar a quantidade de combinações disponíveis para novos registros, diante do crescimento contínuo de inscrições no país. Segundo a Receita Federal, a paralisação ocorrerá em duas etapas: Fase de consulta exclusiva Das 21h do dia 23 de julho até as 7h do dia 25 de julho; A base do CNPJ funcionará apenas para consultas; Não será possível
Tarifas dos EUA expõem relação comercial que beneficia os dois países As tarifas adicionais de 25% impostas pelos Estados Unidos sobre parte das exportações brasileiras entraram em vigor nesta quarta-feira (22), com impacto concentrado nos setores mais dependentes do mercado americano. Economistas ouvidos pelo g1 avaliam que a medida não deve provocar uma crise na economia brasileira como um todo, mas pode pressionar parte das empresas, que terão dificuldade para encontrar novos compradores no curto prazo. 🗒️ Tem alguma sugestão de reportagem? Mande para o g1 O efeito, porém, ocorre em um cenário diferente do de duas décadas atrás. Os EUA perderam participação no comércio exterior brasileiro. Em 2005, o mercado americano absorvia cerca de um quinto das exportações do país, o equivalente a aproximadamente 19% do total embarcado. Em 2025, essa participação havia recuado para cerca de 12%. No primeiro semestre de 2026, a fatia caiu para 9,4%. Os dados são do Comexstat, do Ministério do De