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Agência Brasil Felipe Pontes - Repórter da Agência Brasil

Polícia registrou 783 mil atendimentos especializados à mulher em 2025

As unidades especializadas no Atendimento à Mulher da Polícia Civil de todo o país realizaram 782.474 atendimentos no ano de 2025, incluindo ocorrências de ameaça, lesão corporal, injúria, importunação sexual, estupro e feminicídio, entre outras. Ao todo, foram 329.451 vítimas atendidas, número que demonstra que muitas vezes as mulheres precisam voltar para mais de um atendimento. Notícias relacionadas:Congresso aprova medidas de divulgação em massa do Ligue 180.Rio: delegacias terão sala especial para mulheres vítimas de violência.Os dados foram divulgados no 10º Diagnóstico Nacional das Unidades de Polícia Civil Especializadas no Atendimento às Mulheres, publicado nessa sexta-feira (7) pelo Ministério da Justiça e Segurança Pública (MJSP). Publicado no contexto dos 20 anos da Lei Maria da Penha, o levantamento compilou dados de 530 das 585 unidades espalhadas pelo país, incluindo as delegacias especializadas e outros tipos de unidades. A Região Sudeste concentrou o maior número d

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InfoMoney Agência O Globo

Rio teve 47 acidentes aéreos em 10 anos, mostram dados do Cenipa

Em junho, duas aeronaves colidiram no céu do Recreio dos Bandeirantes, deixando seis mortos,, entre eles o cantor americano Oliver Tree e o youtuber argentino Gasp The post Rio teve 47 acidentes aéreos em 10 anos, mostram dados do Cenipa appeared first on InfoMoney.

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Agência Brasil Luiz Claudio Ferreira - Repórter da Agência Brasil

Dia dos pais: combate à misoginia começa pelo exemplo em casa

Do gol a gol para o pique-pega. Do esconde-esconde ao skate, depois para o balanço e, em seguida, para a queimada. “Samuca, vem almoçar!”, alguém grita. “Só mais um pouco”, responde o menino, de 8 anos. Mais corrida, pique-bandeirinha e começa tudo de novo. O menino não se cansa, enquanto vive a pureza e a velocidade da infância. Só parou um dia das férias para levar um papo mais sério com o pai. Era para falar de uma conversa que teve com um amigo, em que os dois riram porque viram um pouco demais do corpo de uma amiguinha. O pai, o goianiense Cleomar Barros, de 43 anos, morador de Brasília, recorda que precisou falar sério. Disse que era preciso respeitar as meninas, como sempre tratou a irmã, de 11 anos. E que não se deve dar risada. O menino concordou e o abraçou.  Cleomar Barros ensina o filho desde criança a respeitar as meninas - Foto Valter Campanato/Agência Brasil Notícias relacionadas:Saiba o que é misoginia; lei pode criminalizar discurso de