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Agência Brasil Vitor Abdala - Repórter da Agência Brasil

Meteorologistas dizem que não é possível associar ventanias ao El Niño

Fortes ventos provocaram estragos e mortes nos estados do Rio de Janeiro e São Paulo na tarde desta quarta-feira (30). Uma estação meteorológica da capital fluminense chegou a registrar ventos de 105 km/h. Segundo Suellen Araujo, do Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet), o evento foi provocado pela formação de uma zona de baixa pressão atmosférica na região, associada ao deslocamento do ar nas camadas superiores da atmosfera, chamado de “escoamento”. Notícias relacionadas:Mais de 510 mil imóveis ainda estão sem luz no Rio .Vento chega a 125 km/h e provoca ao menos duas mortes em São Paulo.Bombeiros encontram corpo em barco que afundou com ventania em Paraty .“A conjunção desses fatores auxiliou realmente na formação dessa instabilidade, que trouxe essas rajadas bem intensas. Inclusive, tivemos rajadas em torno de 100 km/h em ambos os estados”, explicou a meteorologista. O coordenador geral de Operações e Modelagem do Centro Nacional de Monitoramento e Alerta de Desastres Natura

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Agência Brasil Vitor Abdala - repórter da Agência Brasil

Bombeiros encontram corpo em barco que afundou com ventania em Paraty

O Corpo de Bombeiros do Estado do Rio de Janeiro localizou, na manhã desta quinta-feira (30), o corpo de uma pessoa ainda não identificada na região da Praia de Tarituba, em Paraty, no Sul Fluminense. As equipes trabalhavam nas buscas por um desaparecido após a ventania que atingiu o estado na quarta-feira (29). Os bombeiros iniciaram a varredura por volta das 16h30, depois de receberem a informação de que um homem estava desaparecido no mar com o naufrágio de uma embarcação, no litoral entre Tarituba e Mambucaba, em Angra dos Reis. O corpo encontrado por mergulhadores dentro desse barco, mas ainda é necessário aguardar a identificação para confirmar sua identidade. Notícias relacionadas:Sobe para três o número de mortes em SP devido à ventania .Ventos provocam danos na Costa Verde e na região serrana do RJ.Ventania causa apagão e paralisa transportes no Rio de Janeiro.Foram mobilizadas equipes dos quartéis de Paraty e Mambucaba, além de mergulhadores do Grupamento de Busca e Salvame

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G1 Economia

Conselho de Política Energética aprova novos leilões de gás; governo prevê redução de mais de 50% no preço para indústria

O Conselho Nacional de Política Energética (CNPE) aprovou nesta quinta-feira (30) uma resolução que muda as regras para a comercialização do gás natural pertencente à União. E permite a venda direta do produto ao mercado livre por meio de leilões realizados pela Pré-Sal Petróleo S.A. (PPSA). 🔎 A PPSA é uma estatal vinculada ao Ministério de Minas e Energia responsável pela comercialização do gás natural da União. O Ministério de Minas e Energia (MME) e a PPSA têm a expectativa de realizar o primeiro leilão ainda neste ano. O comunicado do MME foi divulgado minutos antes do início do evento Reestruturação da Política de Comercialização do Gás Natural da União, realizado na sede da pasta. Agora no g1 “A lei determinou que a PPSA tem a obrigação legal de maximizar a receita do óleo e do gás da União”, afirmou o ministro Alexandre Silveira. Silveira faz afirmação preconceituosa em evento A medida estabelece duas frentes de leilões: de curto prazo, entre 2026 e 2030, e de longo prazo, a pa

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G1 Economia

CNPE aprova venda direta de gás natural da União, e governo prevê queda de 50% no preço para a indústria

Agora no g1 O Conselho Nacional de Política Energética (CNPE), órgão responsável por definir as diretrizes da política energética do país, aprovou nesta quinta-feira (30) uma resolução que autoriza a venda direta do gás natural pertencente à União no mercado livre. Segundo o Ministério de Minas e Energia, a medida pode reduzir em pelo menos 50% o preço desse gás para as indústrias que compram o produto nesse mercado. 🗒️ Tem alguma sugestão de reportagem? Envie para o g1 A decisão não trata do gás de cozinha (GLP), vendido em botijões, nem altera diretamente os preços pagos pelos consumidores residenciais. ♨️ Como o gás natural é usado por diversos setores da indústria, um custo menor pode reduzir as despesas de produção de empresas e, eventualmente, contribuir para preços menores de alguns produtos. Esse repasse, porém, depende de fatores como a concorrência entre empresas, os contratos de fornecimento e outros custos da cadeia produtiva. A resolução muda uma norma em vigor desde 2018