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G1 Economia

A desigualdade brasileira em 6 gráficos: os principais dados do novo estudo da Oxfam

Comunidades da Vila Andrade contrastam com o luxo de mansões do Panamby, na Zona Sul de SP Celso Tavares/G1 A desigualdade no Brasil vai além das diferenças de renda. Embora os indicadores sociais tenham melhorado nos últimos anos, a concentração de riqueza no topo da pirâmide continua aumentando. Segundo a Oxfam Brasil, esse cenário também concentra cada vez mais poder político e econômico. 🗒️ Tem alguma sugestão de reportagem? Mande para o g1 O relatório Um Retrato das Desigualdades Brasileiras: Poder, Privilégio e a Captura da Democracia, divulgado no mês passado, mostra que o 1% mais rico concentrou 24,3% de toda a renda do país em 2023 e deteve 37,3% da riqueza declarada. Para a organização, esse cenário amplia a capacidade dos grupos mais ricos de influenciar eleições, políticas públicas e decisões do Estado, enquanto mulheres, pessoas negras e outros grupos historicamente excluídos continuam sub-representados nos espaços de poder. Agora no g1 Para chegar a essas conclusões, a pe

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G1 Economia

EUA fecham acordo pelo petróleo da Venezuela: o que Trump ganha com o negócio?

Empresa dos EUA vai explorar petróleo na Venezuela Os Estados Unidos anunciaram na última sexta-feira (28/08) um acordo com a Venezuela que pode garantir a Washington acesso a cerca de 20% das reservas comprovadas de petróleo do país sul-americano. Apresentada pelo presidente Donald Trump como o "maior acordo petrolífero da história", a iniciativa envolve 17 campos com potencial estimado em 65 bilhões de barris e coloca no centro da operação a petroleira North American Blue Energy Partners (Nabep), controlada pelo empresário venezuelano Alejandro Betancourt. 📱 Favorite o g1 no Google e acompanhe as principais notícias do dia O anúncio ocorre cerca de oito meses após a captura de Nicolás Maduro por forças americanas e aprofunda a reaproximação entre Washington e o governo interino liderado por Delcy Rodríguez. Segundo a Casa Branca, o acordo permitirá aos Estados Unidos ampliar a influência sobre parte relevante da produção petrolífera venezuelana e reforçar suas reservas estratégicas