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Agência Brasil Bruno de Freitas Moura - Repórter da Agência Brasil

Prévia da inflação perde força pelo 2º mês e fecha junho em 0,41%

A prévia da inflação oficial de junho ficou em 0,41%. Esse resultado representa que o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo 15 (IPCA-15) perdeu força pelo segundo mês seguido. Em abril, o IPCA-15 tinha marcado 0,89% e, em maio, 0,62%. No acumulado de 12 meses, o índice soma 4,8%. Em maio, essa alta acumulada era de 4,64%. Os dados foram divulgados nesta quinta-feira (25) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).  Notícias relacionadas:Mercado eleva projeção de inflação e vê Selic em 14% ao ano em 2026.INPC, inflação usada para reajustar salários, soma 4,42% em 12 meses.BC: "melhores práticas" recomendam não reagir a choques de oferta.O IPCA-15 é considerado uma prévia da inflação oficial, medida pelo IPCA. De acordo com o Boletim Focus da última segunda-feira (22), sondagem feita pelo Banco Central (BC) com instituições financeiras, a mediana da expectativa para a inflação oficial de junho é de 0,32%.  >> Siga o canal da Agência Brasil no WhatsApp

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Agência Brasil Bruno de Freitas Moura – Repórter da Agência Brasil

Diferença salarial entre sexos é menor em entidades sem fim lucrativo

A disparidade salarial entre homens e mulheres é menor em entidades sem fins lucrativos do que em empresas e na administração pública. A constatação faz parte de um levantamento divulgado nesta quinta-feira (25) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).  Notícias relacionadas:STF valida lei que garantiu igualdade salarial entre homens e mulheres.Lei da igualdade salarial tem boa adesão das empresas, diz ministro.Em um universo de 10,6 milhões de empresas e organizações que havia no país em 2024, o salário médio mensal pago era de R$ 3,9 mil em valores da época, equivalente, a 2,8 salários mínimos daquele ano. Ao observar os dados em um recorte por sexo, o levantamento mostra que os homens recebiam, em média, R$ 4,2 mil; e as mulheres, R$ 3,9 mil. Isso representa que o salário deles era 16,6% maior; ou que elas ganham 85,8% da remuneração deles. Os dados fazem parte do Cadastro Central de Empresas (Cempre), que reúne informações de empresas ativas, administração p

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G1 Economia

Mais vagas, salários menores: seis dos 10 setores que mais empregam pagam abaixo da média nacional

PIB - Movimentação intensa de consumidores na região de comércio popular da Rua 25 de Março, no centro de São Paulo. WAGNER VILAS/ESTADÃO CONTEÚDO Parte dos setores que mais empregam no Brasil também está entre os que pagam os menores salários médios, segundo o relatório de Estatísticas do Cadastro Central de Empresas (CEMPRE), divulgado nesta quinta-feira (24) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). O levantamento analisou 20 atividades com base em dados de 2024. Os 10 setores que mais empregam no Brasil concentram mais de 48,9 milhões de trabalhadores assalariados — mais de 90% do total do país. Entre esses setores, pelo menos seis pagam salários abaixo da média nacional, de R$ 3.932,45. Veja abaixo: Setores que mais empregam e pagam o melhor salário médio. Arte/g1 Agora no g1 O setor de comércio e reparação de veículos automotores e motocicletas, por exemplo, concentra quase 10 milhões de trabalhadores assalariados (18,2% do total) e é o maior empregador do paí

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G1 Economia

Quem paga mais no Brasil? Veja o salário médio no seu estado

Distrito Federal é a unidade federativa com a maior média salarial do Brasil. Jornal Nacional/ Reprodução O Distrito Federal é a unidade federativa com a maior média salarial do Brasil, indicou o o relatório de Estatísticas do Cadastro Central de Empresas (CEMPRE), divulgado nesta quinta-feira (24) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). De acordo com o levantamento, o DF paga uma média de R$ 6.845,13 — cerca de R$ 2,9 mil a mais do que a média nacional, de R$ 3.932,45 e R$ 2,3 mil a mais do que o salário médio do Rio de Janeiro, que aparece em segundo lugar no ranking das maiores remunerações, com média de R$ 4.501,35. São Paulo aparece em terceiro lugar, com salário médio de R$ 4.423,04. Veja abaixo qual é o salário médio no seu estado: Média salarial por estado brasileiro. Arte/g1 Agora no g1 Seis dos 10 setores que mais empregam pagam abaixo da média nacional Parte dos setores que mais empregam no Brasil também está entre os que pagam os menores salários médio

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G1 Economia

Jovens permanecem menos tempo nos empregos e geração 'nem-nem' volta a crescer; entenda o que está por trás

Ceará tem cerca de 605 mil jovens “nem-nem”, que não trabalham nem estudam, segundo IBGE. Natinho Rodrigues/Sistema Verdes Mares Os jovens brasileiros estão entrando mais cedo no mercado de trabalho, mas ficam menos tempo nos empregos e enfrentam dificuldades para seguir um caminho estável entre estudo e trabalho. O Brasil tem 32,9 milhões de jovens entre 14 e 24 anos. Desse total, apenas 13,9% estão ocupados, segundo dados do Ministério do Trabalho e Emprego (MTE) e do CIEE divulgados nesta quinta-feira (25). Na outra ponta, 6,2 milhões não estudam nem trabalham. São os chamados "nem-nem", que já representam 18,7% dos jovens. Esse número voltou a crescer em relação ao fim de 2025, quando eram 5,5 milhões. Mesmo assim, os jovens não vivem uma única realidade. Muitos ainda estão na escola. No total, 12,8 milhões só estudam e 4,3 milhões conseguem conciliar estudo e trabalho. Juntos, eles são mais da metade dos jovens do país. 39% só estudam 29,1% só trabalham 13,2% estudam e trabalham

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G1 Economia

Apple aumenta preços de MacBooks e iPads após disparada no custo de memória

MacBook Neo exibido em evento da Apple em Nova York nesta quarta (04) Shannon Stapleton/Reuters A Apple aumentou nesta quinta-feira (25) os preços de iPads e MacBooks, afirmando que não consegue mais absorver a forte alta nos custos dos chips de memória e armazenamento, impulsionada pela expansão dos data centers voltados à inteligência artificial. 🗒️ Tem alguma sugestão de reportagem? Mande para o g1 A medida não afeta o iPhone, principal fonte de receita da empresa. No entanto, eleva o preço inicial do MacBook Neo, seu notebook mais barato, voltado para competir com laptops acessíveis com Windows e Chromebooks, de US$ 599 (cerca de R$ 3.115) para US$ 699 (cerca de R$ 3.635), apenas alguns meses após o lançamento. O reajuste mostra que nem mesmo a empresa de eletrônicos de consumo mais valiosa do mundo — conhecida por sua cadeia de suprimentos altamente eficiente — conseguiu escapar da disparada nos preços da memória, que já prejudica as perspectivas de vendas de smartphones e computa