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G1 Educação

SUS, ensino de matemática, crise climática e população em situação de rua: veja temas que ficaram à margem das campanhas

Flávio Bolsonaro e Lula chegam ao debate da Globo Reprodução Os candidatos à Presidência da República registraram no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) planos de governo com suas propostas para o Brasil. Durante a campanha de 2026, porém, a discussão sobre como Flávio Bolsonaro (PL) e Luiz Inácio Lula da Silva (PT) pretendem enfrentar os desafios do país teve pouco espaço. Alguns dos temas, no entanto, foram abordados no debate presidencial realizado pela TV Globo nesta sexta-feira (23). O g1 ouviu especialistas para identificar temas relevantes que ficaram em segundo plano na disputa ao Palácio do Planalto. Agora no g1 Veja abaixo os principais temas (clique para seguir o conteúdo): O financiamento do SUS e o envelhecimento da população A matemática e o ensino médio O El Niño em um clima cada vez mais desequilibrado População em situação de rua O financiamento do SUS e o envelhecimento da população    "Saúde é direito de todos e dever do Estado". O direito determinado pela Constitu

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G1 Economia

INSS: faltou ao 1º turno? Votar no segundo pode servir como prova de vida; veja como funciona

Voto nas eleições de 2026 vale como prova de vida automática para o INSS Ir às urnas no segundo turno das eleições, no domingo (25), pode servir como prova de vida para aposentados, pensionistas e beneficiários de programas assistenciais do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS). A comprovação é feita automaticamente, por meio do cruzamento de dados entre a Justiça Eleitoral e a Previdência Social. Não é necessário apresentar documentos nem ir a uma agência. 🗒️ Tem alguma sugestão de reportagem? Envie para o g1 Quem não votou no primeiro turno também pode usar a votação do segundo para comprovar que está vivo. A ausência na primeira votação não invalida o comparecimento à segunda. Segundo o INSS, a integração dos sistemas com a Justiça Eleitoral já está em funcionamento. Em 2024, a participação nas eleições contribuiu para atualizar a prova de vida de aproximadamente 5 milhões de pessoas. É #FATO: Voto nas eleições de 2026 vale como prova de vida automática para o INSS Como funcio

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Agência Brasil Pedro Rafael Vilela

Candidatos trocam acusações e defendem propostas em debate na Globo

O debate na TV Globo entre Lula (PT) e Flávio Bolsonaro (PL) foi marcado por uma manifestação indignada do atual presidente após uma fala do adversário. Flávio afirmou que o presidente "dá com uma mão e tira com nove dedos". Lula perdeu o dedo mínimo da mão esquerda quando trabalhava como torneiro mecânico, em 1964, aos 17 anos.  "Ele disse uma grande asneira e eu não vou levar para casa. Ele me chamou de nove dedos. Se tem alguém que sabe o que é o mundo do trabalho sou eu. Se tem alguém que perdeu o dedo com 17 anos, fui eu. Não vou permitir que um miliciano me chame de nove dedos, não vou permitir! Você vai ter que pedir desculpa. Porque o povo trabalhador está vendo. Milhões de trabalhadores se acidentam por irresponsabilidade patronal que obriga a gente a trabalhar em jornada que a gente tem que ir trabalhar", afirmou o petista. Notícias relacionadas:Meta diz ao TSE que Exército do Lula não viola políticas da plataforma.Mendonça reitera que Lula e Flávio podem abrir sigilos por

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G1 Economia

As propostas de Lula e Flávio Bolsonaro sobre CLT e relações trabalhistas

Consolidação das Leis do Trabalho (CLT) une normas que passaram a regular as relações entre patrões e empregados no Brasil. Agência Brasil Criada em 1943, durante o governo de Getúlio Vargas, a Consolidação das Leis do Trabalho (CLT) reuniu normas que passaram a regular as relações entre patrões e empregados no Brasil. A legislação estabeleceu direitos e regras que fazem parte do cotidiano de milhões de trabalhadores, como limites para a jornada de trabalho, férias, pagamento de horas extras e condições para a demissão. 🗒️ Tem alguma sugestão de reportagem? Mande para o g1 Mais de oito décadas depois, a CLT voltou ao centro do debate político na campanha presidencial de 2026, com propostas diferentes para o futuro das relações de trabalho no país. Enquanto Luiz Inácio Lula da Silva (PT) defende atualizar a legislação para combater a precarização do trabalho e fortalecer a atuação dos sindicatos, Flávio Bolsonaro (PL) propõe reduzir o custo da contratação formal e ampliar a flexibilidad