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G1 Economia

Preço dos alimentos: o que ficou mais caro e o que barateou no 1º semestre

A inflação de alimentos teve queda de 0,24% em junho, registrando a maior variação negativa e o maior impacto negativo no índice geral do mês. Celso Tavares/g1 O Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), considerado a inflação oficial do país, subiu 0,16% em junho, segundo dados divulgados nesta sexta-feira (10) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Entre os grupos pesquisados, a Habitação teve a maior alta de preços no mês e foi o que mais pressionou a inflação. 🗒️Tem alguma sugestão de reportagem? Mande para o g1 Por outro lado, a inflação dos alimentos caiu 0,24% em junho e teve o maior impacto negativo sobre o índice geral do mês. Os preços dos alimentos consumidos em casa tiveram queda de 0,39%, depois de uma alta de 1,65% em maio, com influência das quedas do café moído (-3,72%), das frutas (-1,58%) e das carnes (-0,64%). No lado das altas destacam-se o feijão-carioca (8,31%) e a batata-inglesa (3,57%). Já a alimentação fora de casa subiu 0,15%

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G1 Economia

IPCA: Inflação desacelera para 0,16% em junho com queda dos alimentos; conta de luz segue pressionando

Inflação ALOISIO MAURICIO/FOTOARENA/FOTOARENA/ESTADÃO CONTEÚDO O Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), considerado a inflação oficial do país, subiu 0,16% em junho, segundo dados divulgados nesta sexta-feira (10) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). 🗒️Tem alguma sugestão de reportagem? Mande para o g1 O resultado de junho mostra uma desaceleração da inflação em relação a maio, quando o IPCA havia subido 0,58%. Com o resultado do mês, a inflação acumula alta de 3,36% em 2026. Nos últimos 12 meses, o aumento dos preços foi de 4,64%, abaixo dos 4,72% registrados até maio. Em junho do ano passado, a inflação havia sido de 0,24%. No primeiro semestre, o IPCA acumulou alta de 3,36%, acima dos 2,99% registrados no mesmo período de 2025. Esse é o maior avanço para os seis primeiros meses do ano desde 2022. Entre os grupos pesquisados, Habitação teve a maior alta de preços no mês e foi o que mais pressionou a inflação. Já Alimentos e Bebidas registrou

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G1 Economia

Dólar passa a cair, de olho em inflação no Brasil e tensões no Oriente Médio; Ibovespa sobe

Entenda o que faz o preço do dólar subir ou cair O dólar passou a cair nesta sexta-feira (10), com um recuo de 0,23% perto das 11h, cotado a R$ 5,1111. Já o Ibovespa, principal índice da bolsa de valores brasileira, operava em alta de 2,15% no mesmo horário, aos 176.452 pontos. 🗒️ Tem alguma sugestão de reportagem? Envie para o g1 ▶️ Os novos dados da inflação brasileira são o grande destaque do dia. Segundo o IBGE, o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) subiu 0,16% em junho, acumulando um avanço de 4,64% em 12 meses. O indicador é acompanhado de perto pelo Banco Central do Brasil (BC) na avaliação das perspectivas para o futuro dos juros do país. ▶️ Além disso, a escalada das tensões no Oriente Médio também segue no radar. Na quinta-feira, os Estados Unidos e o Irã anunciaram novos ataques em meio à disputa pelo controle do Estreito de Ormuz, uma das rotas marítimas mais importantes do mundo para o transporte de petróleo e gás. Ainda assim, o presidente americano, Don

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G1 Economia

Em resposta a empresários, Itamaraty diz que segue 'empenhado' em negociações sobre tarifaço

O Ministério das Relações Exteriores (Itamaraty) afirmou nesta sexta-feira (10) que segue “empenhado” nas negociações com autoridades dos Estados Unidos para tentar reverter o tarifaço proposto pelo escritório do representante comercial do país (USTR, na sigla em inglês) contra produtos brasileiros vendidos no mercado americano. O prazo para um acordo entre os dois países acaba em 15 de julho. A afirmação foi enviada à Globonews após entidades que representam empresários brasileiros e americanos terem pedido que haja uma nova rodada de negociação, e defenderem que os dois países cheguem a um acordo para evitar a aplicação da tarifa de 25% (leia detalhes mais abaixo). “Agradecemos as sugestões do setor privado e continuamos empenhados na negociação e no diálogo com as autoridades norte-americanas, diálogo que já dura um ano, em defesa do interesse nacional”, informou o Ministério das Relações Exteriores. Estimativas da Confederação Nacional da Indústria (CNI) apontam que cerca de 4,2 mi

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G1 Economia

Shein avança com IPO em Hong Kong

Shein Reuters Após tentativas frustradas de abrir capital nas bolsas de Londres e Nova York, a varejista de moda online Shein conseguiu avançar com a sua oferta pública inicial de ações (IPO, na sigla em inglês), com a aprovação de altos reguladores chineses para a sua abertura de capital em Hong Kong. As informações foram publicadas nesta sexta-feira (10) no site da Comissão Reguladora de Valores Mobiliários da China (CSRC). A varejista esperou um ano pela aprovação de Pequim — o pedido para o IPO em Hong Kong havia sido protocolado em julho do ano passado. Segundo a Reuters, a demora aconteceu porque a abertura de capital da companhia precisava ser liberado pelos "mais altos escalões do Partido Comunista Chinês". De acordo com a Bloomberg News, a expectativa é que a Shein e seus consultores tentem lançar o IPO já nos próximos meses. Segundo fontes informaram à agência de notícias, conversas recentes com o órgão regulador chinês têm apresentado sinais positivos. A Bloomberg ainda