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Agência Brasil Mariana Tokarnia - Repórter da Agência Brasil

Dia do Orgulho LGBTQIA+: conheça marcos da luta por direitos no Brasil

Ter o direito de existir e ter orgulho de ser quem se é. Dia Internacional do Orgulho LGBTQIA+, 28 de junho é uma data para reconhecer uma luta que vem de muito tempo e juntar forças pela conquista de direitos. A celebração nesse dia faz referência a uma revolta ocorrida em 1969, na cidade de Nova York. Na ocasião, frequentadores do Stonewall Inn, um dos bares gays populares de Manhattan, reagiram a uma operação policial violenta, prática habitual do período. A resistência virou um marco do movimento LGBTQIA+ por direitos nos Estados Unidos (EUA) e passou a ser comemorada em muitos outros países, incluindo o Brasil. Notícias relacionadas:Processos por preconceito contra população LGBTQIAPN+ triplicam.Políticas antitabaco devem ser integradas à saúde da população LGBTI+.A 30ª Parada do Orgulho LGBT+ alerta sobre importância do voto.A luta, no entanto, não se restringe a essa data. Apenas no Brasil, pode-se citar marcos como a criação do Grupo Somos e dos jornais Lampião da Esquina e C

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Agência Brasil Agência Brasil

Mega-Sena acumula e prêmio chega a R$ 23 milhões

Nenhuma aposta acertou as seis dezenas do concurso 3.024 da Mega-Sena, sorteadas neste sábado (27).  Os números sorteados foram 13 - 39 - 42 - 44 - 47- 49. Com isso, o prêmio da faixa principal para o próximo sorteio, na terça-feira (30), está estimado em R$ 23 milhões. A quina teve 38 apostas ganhadoras, e cada uma vai receber R$ 32.595,94. Já a quadra registrou 2.123 apostas vencedoras, e cada ganhador receberá um prêmio de R$ 961,71. As apostas para o próximo concurso podem ser feitas até as 19h (horário de Brasília) do dia do sorteio, nas casas lotéricas credenciadas pela Caixa, em todo o país ou pela internet.  

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Agência Brasil Alana Gandra - Repórter da Agência Brasil

Quilombo mantém tradição centenária, símbolo da resistência negra

A segunda-feira (29) marca mais um ano em que moradores do Quilombo Urbano Mineiro Pau, localizado em Santa Cruz, zona oeste do Rio de Janeiro, se reúnem, a partir das 17h, em torno de uma fogueira. A tradição começou há mais de 150 anos com Manoel Caetano Madeira, homem negro, nascido escravizado em 1841, no município de Paraíba do Sul, na divisa com o estado de Minas Gerais, cujos padroeiros eram São Pedro e São Paulo. Notícias relacionadas:CineOP transforma Ouro Preto em capital da memória audiovisual .90 anos em 90 histórias: o nascimento e as inovações da Rádio Nacional.Cuiabá: festival de cinema levanta discussões sobre migração e clima.No sincretismo religioso, o dia de São Pedro é tido como Orixá Xangô. Mas Manoel, como escravo, não podia manifestar crenças da população negra. Viveu até os 41 anos sob o regime da escravidão, mas nunca deixou de acender a fogueira no dia 29 de junho. “Quando ele começa a dar uma visão maior a essa fogueira, ele a chama de fogueira de São Pedr