Agência Brasil
Luiz Claudio Ferreira - Repórter da Agência Brasil
“Meninas de um lado. Meninos de outro”. Na escola ou na faculdade de educação física, o educador físico brasiliense Loeh da Silva Araújo, de 32 anos, homem trans, não esperava esse tipo de orientação.
Brasília (DF), 28/06/2026 - Loeh da Silva Araújo, professor. Foto: Marcelo Camargo/Agência Brasil
“E agora?”, se perguntava. Hoje, o professor, como repudia a exclusão, abraçou um projeto que reúne pessoas trans masculinas e femininas para jogar futebol em espaços públicos no Distrito Federal.
Notícias relacionadas:Dia do Orgulho LGBTQIA+: conheça marcos da luta por direitos no Brasil.Polícia legislativa proíbe bandeira LGBTQIA+ em gramado do Congresso.“Mas é muito mais do que futebol. Conversamos, nos unimos, cuidamos da nossa saúde mental, nos conhecemos e não nos sentimos mais solitários”, diz o professor.
Ele participou, neste domingo (28), de uma celebração do Dia do Orgulho LGBTQIA+ no centro de Brasília.
No evento, aproveitou para pedir visibilid