Notícias

Fique por dentro das últimas novidades sobre feriados, calendário bancário e economia.

📰
G1 Economia

A economista que tenta entender a insatisfação dos brasileiros sob Lula: 'Redes sociais criam desejos de consumo para além do crescimento da renda'

'Debate tem que avançar no próximo período para alguma forma de taxação de riqueza', defende professora Laura Carvalho, da FEA-USP e membro do 'Conselhão' de Lula Arquivo pessoal via BBC O terceiro mandato de Luiz Inácio Lula da Silva (PT) vive um paradoxo. O desemprego está nas mínimas históricas (em 5,6% em maio deste ano, menor patamar para o mês desde o início da série histórica), a economia cresce acima das expectativas — 3,2% em 2023, 3,4% em 2024 e 2,3% em 2025 — e 17,5 milhões de brasileiros saíram da pobreza entre 2022 e 2024. 🗒️ Tem alguma sugestão de reportagem? Envie para o g1 Ainda assim, 44% dos entrevistados na pesquisa Genial/Quaest de junho afirmam que a economia do país piorou nos últimos 12 meses, enquanto apenas 20% dizem que melhorou. A economista Laura Carvalho, professora da Faculdade de Economia, Administração e Contabilidade da Universidade de São Paulo (FEA-USP) e membro do Conselho de Desenvolvimento Econômico Social Sustentável, o "Conselhão" de Lula, tem

📰
G1 Economia

O país em que trabalhadores mais tiram licença médica agora quer endurecer as regras

Na Alemanha, empregados tiram, em média, quase 20 dias de licença médica por ano. Sergey Mironov/Zoonar/IMAGO O chanceler federal da Alemanha, Friedrich Merz, anunciou semana passada uma ofensiva para combater o elevado número de dias de afastamento do trabalho por motivos de doença no país. A medida ocorre após uma pesquisa publicada em janeiro pelo IGES Institut, com sede em Berlim, mostrar que os trabalhadores alemães tiram, em média, 19,5 dias úteis de licença médica por ano. O número representa um aumento significativo em relação aos cerca de 13 dias registrados em 2018. 🗒️ Tem alguma sugestão de reportagem? Mande para o g1 Como parte das propostas de Merz, a partir de janeiro do próximo ano os trabalhadores não poderão mais obter um atestado médico por telefone. Será necessário consultar um médico presencialmente já no primeiro dia de doença. A medida, na prática, torna mais difícil tirar licença por motivos de saúde. Segundo Merz, o elevado número de ausências está prejudicando

📰
G1 Economia

Financiamento ou armadilha? Saiba diferenciar uma dívida boa de uma dívida ruim

Dívida boa e dívida ruim: qual é a diferença e por que isso importa? Nem toda dívida é ruim. A diferença entre “dívida boa” e “dívida ruim” é econômica, não moral — e saber identificar isso é essencial. A boa é aquela que pode aumentar a renda ou ajudar a construir patrimônio, desde que o retorno compense o custo dos juros. Já a dívida ruim é a usada para antecipar consumo e tende a crescer mais rápido que a renda, pressionando o orçamento. Nesse contexto, o endividamento caro e mal planejado preocupa no Brasil atualmente. Como resultado, o consumo pode perder força e a economia pode deixar de crescer. Neste vídeo, você vai entender por que o problema não é ter dívida — mas, sim, dever mal. Toda semana, o g1 Explica simplifica a economia, o mercado financeiro e a educação financeira, mostrando como tudo isso afeta o seu bolso.

📰
G1 Economia

Em meio à discussão sobre limitação a penduricalhos, presidente do TCU diz que aprovou gratificação com 'muito orgulho' e 'muita vontade'

Presidente do TCU, ministro Vital do Rêgo Divulgação TCU O presidente do Tribunal de Contas da União, ministro Vital do Rêgo, disse em entrevista ao g1 que assinou a portaria que criou em junho uma gratificação aos servidores da Casa que ocupam funções de direção, chefia e assessoramento com "muito orgulho" e com "muita vontade". 💸O adicional poderá aumentar em até 15% a remuneração desses servidores e será direcionado a quem desempenha atividades classificadas como de alta complexidade técnica, de fiscalização e de gestão institucional. ➡️A novidade se caracteriza como um "penduricalho" do Tribunal. O termo usado é para definir verbas indenizatórias, gratificações e auxílios extras que são somadas aos salários dos servidores públicos. Como não entram no cálculo do teto constitucional (atualmente em R$ 46,3 mil), esses pagamentos na prática elevam os contracheques acima do limite legal. "O que eu justifico é que, quando meu servidor atinge o teto, eu vou convocá-lo para ele assumir u