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G1 Economia

Petrobras aumenta preço do diesel em R$ 1, mas reajuste será neutralizado por subsídio do governo

Prédio da Petrobras no Rio de Janeiro Sergio Moraes/Reuters A Petrobras informou que vai aumentar os preços de venda de óleo diesel A para distribuidoras em R$ 1 por litro a partir desta quinta-feira (17), mas destacou que a medida não terá efeito prático por conta de um novo subsídio do governo federal que garante desconto no mesmo valor. O subsídio será válido por 30 dias e fará com que os preços de venda da Petrobras para distribuidoras permaneçam inalterados, disse a empresa. Em comunicado, a Petrobras afirmou que mantém sua estratégia orientada pela participação de mercado, pela otimização de seus ativos de refino e pela busca de rentabilidade de forma sustentável. A companhia afirmou ainda que evita o repasse imediato aos preços internos por conta de fatores como a volatilidade de cotações internacionais e da taxa de câmbio * Esta matéria está em atualização. Agora no g1

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Agência Brasil Luciano Nascimento - Repórter da Agência Brasil 

Entidades industriais e trabalhistas consideram tímida queda da Selic

A redução de 0,25% ponto percentual na taxa básica de juros da economia, a Selic, foi considerada insuficiente pelas representações da indústria e dos trabalhadores, que consideram a decisão como “tímida” e que “não alivia a situação financeira das empresas e famílias”. A decisão foi anunciada nesta quarta-feira (16) pelo Comitê de Política Monetária (Copom) do Banco Central (BC), que reduziu de 14% para 13,75% ao ano a Selic. Notícias relacionadas:BC reduz juros básicos para 13,75% ao ano.Mercado mantém estáveis projeções para inflação, juros, PIB e dólar.Após a divulgação do corte, a Confederação Nacional da Indústria (CNI) disse, em nota, que há um excesso de prudência do Copom diante do comportamento de queda na inflação corrente nos últimos meses. “Há trajetória consistente de desaceleração, alcançando 4,22% no acumulado em 12 meses até agosto, e melhora das expectativas de mercado, indicando convergência gradual em direção à meta de 3% ao ano no horizonte relevante para a polí

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Agência Brasil André Richter - Repórter da Agência Brasil

Moraes vota para igualar tempo de licenças-maternidade e adotante

O ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), votou nesta quarta-feira (16) a favor da equiparação entre os prazos de licença-maternidade e licença-adotante para mulheres.  O voto do ministro, que é relator do caso, foi proferido durante o julgamento no qual a Corte analisa uma ação da Procuradoria-Geral da República (PGR) para igualar o tempo dos benefícios. Pelo entendimento, mães genitoras ou adotantes têm direito às licenças remuneradas de 120 dias, que podem ser prorrogadas por mais 60 dias, independentemente do tipo de vínculo trabalhista. O prazo deve ser contado a partir do parto ou obtenção da guarda. Nos casos de internação da mãe, o prazo vale a partir da alta da mãe ou do bebê, o que ocorrer por último. No entendimento de Moraes, as licenças têm objetivo de criar vínculo afetivo entre mães e filhos e não podem possuir prazos diferenciados. "Se a Constituição encerrou de vez qualquer diferenciação de filhos adotivos e naturais, todos são filhos. Se