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G1 Economia

Mesmo com tarifaço, déficit comercial dos EUA dispara 42% em maio com alta das importações

Brasil contesta tarifa de 12,5% e chama investigação dos EUA de 'arbitrária' O déficit comercial dos Estados Unidos aumentou de forma significativa em maio, impulsionado pelo avanço das importações e pela queda das exportações, segundo dados divulgados pelo governo nesta terça-feira (7). 🔎 O déficit comercial ocorre quando um país compra mais produtos e serviços do exterior do que vende para outros países. Em maio, os Estados Unidos importaram mais mercadorias e exportaram menos, ampliando a diferença entre compras e vendas externas. O resultado foi registrado em um período marcado pelos impactos da guerra no Oriente Médio, que alterou fluxos do comércio internacional e aumentou a demanda por alguns produtos. 🗒️Tem alguma sugestão de reportagem? Mande para o g1 Além disso, o avanço dos investimentos em inteligência artificial impulsionou as compras externas de equipamentos e insumos usados na construção de centros de dados no país. Importações sobem e exportações recuam O déficit come

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Agência Brasil Emma Farge

Surto de Ebola no Congo ainda está em “fase de expansão”, afirma OMS

A Organização Mundial da Saúde (OMS) informou nesta terça-feira (7) que o surto de Ebola no Congo ainda não se estabilizou e continua se expandindo, com a transmissão impulsionada pela movimentação da população. A República Democrática do Congo confirmou 1.561 casos, incluindo 506 mortes, no pior surto já registrado da rara cepa Bundibugyo do Ebola, para o qual, segundo a organização, não há tratamento ou cura comprovados. Notícias relacionadas:OMS: Europa pode enfrentar “semanas mais mortais” com onda de calor.Petroleiros são atingidos em Ormuz; no Irã, funeral reúne milhões.Ataque a bomba abala Damasco durante visita de Macron.“Infelizmente, ainda está na fase de expansão. Gostaríamos de dizer que a situação está se estabilizando, mas, francamente, ainda não podemos afirmar isso”, disse a médica Anne Ancia, representante da OMS no país, a repórteres por videoconferência de Bunia, no epicentro da epidemia. Ela afirmou que ainda há grandes desafios, como a quase saturação de algun