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Agência Brasil Rafael Cardoso* - Enviado Especial

Sem acordo contra secas, comunidades vão sofrer, avaliam especialistas

Inacreditável. Frustrante. Sabor amargo. Essas foram algumas das palavras usadas por organizações ambientais, representantes da sociedade civil e outros especialistas para avaliar os resultados da 17ª Conferência das Nações Unidas de Combate à Desertificação (COP17), que terminou nesta sexta-feira (28) em Ulaanbaatar, capital da Mongólia. A principal decepção foi o novo adiamento do acordo global para enfrentar as secas e os impactos que isso trará sobre as comunidades. Notícias relacionadas:Afetada por disputas geopolíticas, COP17 termina com poucos avanços.Degelo e seca avançam sobre Ásia Central e pequenos países insulares.Degradação da terra e clima extremo ameaçam nômades na Mongólia.O especialista do Instituto Escolhas, Rafael Giovanelli, disse que os governos falharam ao jogar para a COP18, no Egito, novas discussões sobre o problema. "Isso deixa um sabor amargo, porque a COP termina sem decisões substanciais para lidar com as secas", disse. O representante da organização

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Agência Brasil Juliano Justo - repórter da EBC

Parapan-Pacífico: nadadora Alessandra quebra recorde mundial

O Brasil fechou mais um dia de disputas do Parapan-Pacífico com excelentes resultados. Neste sábado (29), na cidade de Walnut (Estados Unidos), foram três ouros, duas pratas e dois bronzes, com direito a um recorde mundial da paulista Alessandra Oliveira, nos 100 metros peito, classes S4-9 e S11-14.  Notícias relacionadas:Parapan-Pacífico de natação: Brasil estreia com medalhas e recorde.As provas do Parapan-Pacífico são disputadas no formato multiclasses, em que atletas de diferentes classes competem na mesma série. As classificações às finais e a definição das medalhas são feitas por meio do Índice Técnico da Competição (ITC). Recorde mundial e dobradinha O recorde mundial da brasileira veio na prova dos 100m peito, classes S4-9 e S11-14. Alessandra cravou 1min40s63.  A marca foi suficiente para Alessandra somar 1.033 pontos na prova, ficando com a prata. O ouro foi para outra brasileira, a paulista Beatriz Flausino. Mais dobradinhas Nos 50m costas, classes S1-S5, o paulista 

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Agência Brasil Cristina Indio do Brasil - Repórter da Agência Brasil

Grupo de 20 pessoas fica à deriva no Rio e é resgatado pelos bombeiros

Um grupo de 20 pessoas, entre 20 e 67 anos, ficou à deriva no mar no Rio de Janeiro, na região da Barra da Tijuca, neste domingo (30) após mudança do vento. O grupo já foi resgatado por equipes de bombeiros. De acordo com a corporação, algumas estavam em cinco pranchas de stand up paddle e outras estavam a nado. O destino eram as Ilhas Tijucas. Na travessia, o grupo foi levado pelo vento para longe da rota prevista em direção a São Conrado, bairro vizinho à Barra, o que dificultou o retorno à praia. “As pessoas já estavam a uma distância considerável da faixa de areia quando um dos participantes acionou o Corpo de Bombeiros pelo telefone 193”. Os bombeiros foram acionados e resgataram o grupo em jet skis.  Notícias relacionadas:Região Sul tem risco de temporal e granizo; outras regiões têm calor.Conforme a nota dos bombeiros, o grupo passou por avaliações médicas e estava em boas condições, sem necessidade de encaminhamento para unidade hospitalar.  Previsão do tempo Segundo o si