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Agência Brasil Wellton Máximo - Repórter da Agência Brasil

CMN amplia em R$ 1 bi limite para crédito a estados e municípios

Os estados, municípios e Distrito Federal podem pegar R$ 1 bilhão a mais emprestados no sistema financeiro em 2026 sem finalidade específica. O Conselho Monetário Nacional (CMN) aprovou um remanejamento nos limites de crédito para órgãos e entidades do setor público, sem alterar o limite total autorizado para o ano, que continua em R$ 23,6 bilhões. A decisão foi tomada nesta quinta-feira (25) por meio da Resolução 5310, que reorganiza os chamados sublimites, parcelas específicas dentro do limite geral de crédito destinadas a diferentes tipos de operações de crédito. Mais espaço aos entes Notícias relacionadas:CMN passa a exigir fotos com localização comprovada em seguro rural.Conselho Monetário regulamenta bloqueio de contas de apostas ilegais .Pacto quer garantir trabalho decente em grandes eventos no Brasil.Com o remanejamento, o valor disponível para operações de crédito de estados, Distrito Federal e municípios passa de R$ 5 bilhões para R$ 5,5 bilhões, nas operações com garanti

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G1 Economia

Galípolo assume falha na comunicação do Copom, mas diz que papel do BC não é gerar consenso no mercado

O presidente do Banco Central, Gabriel Galípolo, fala na Comissão de Assuntos Econômicos (CAE) do Senado Federal, no dia 19 de maio de 2026 Edilson Rodrigues/Agência Senado O presidente do Banco Central, Gabriel Galípolo, assumiu, nesta quinta-feira (25), a responsabilidade pela comunicação da última decisão do Comitê de Política Monetária (Copom), que gerou dúvidas no mercado. O BC informou que, mesmo diante da piora das perspectivas para a inflação nos próximos anos — um dos principais parâmetros para as decisões sobre os juros —, optou por manter o ciclo de queda da Selic na semana passada. 🗒️ Tem alguma sugestão de reportagem? Envie para o g1 Sem conseguir dissipar as dúvidas do mercado financeiro, Galípolo afirmou que "a responsabilidade, se o parágrafo não conseguiu transmitir aquilo que a gente queria em um espaço conciso, é absolutamente minha". O BC justificou a decisão afirmando que as "melhores práticas" recomendam não reagir integralmente a variações de preços provocadas po

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Agência Brasil Daniella Almeida – Repórter da Agência Brasil

Aprendizagem evoluiu de ações emergenciais para políticas formalizadas

A agenda nacional pela recomposição das aprendizagens evoluiu de ações emergenciais, como aquelas adotadas para mitigar os impactos da pandemia de Covid-19, para políticas progressivamente formalizadas. O estudo Diagnóstico das Ações Pela Recomposição Das Aprendizagens mostra que 82,8% das iniciativas dos entes federados têm respaldo em normas. O levantamento inédito foi divulgado pelo Ministério da Educação (MEC) e o Instituto Unibanco, nesta quinta-feira (25). O estudo mapeou 151 iniciativas em 24 estados e tem como pilar o Pacto Nacional pela Recomposição das Aprendizagens.  Notícias relacionadas:Prova Nacional Docente tem adesão de mais de 2 mil redes de ensino.Conselho Nacional de Educação atualiza regras do ensino integral.Unesco: matrículas no ensino superior mais que dobraram no mundo .O relatório nacional mostra como as redes estaduais e municipais estão estruturando suas políticas na educação básica para enfrentar defasagens educacionais, garantir o direito à aprendizagem d

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Agência Brasil Luiz Claudio Ferreira - Repórter da Agência Brasil

Plano contra trabalho infantil alerta para violações no mundo digital

O governo federal lançou, nesta quinta-feira (25), um novo Plano de Prevenção e Erradicação do Trabalho Infantil. Nesta quarta edição do documento, com orientação de políticas públicas até o ano de 2035, uma das metas é combater as condições estruturais que levam crianças a exercer atividades laborais, o que é proibido no Brasil. Entre as novidades, o plano alerta para a necessidade de monitorar o espaço virtual como campo de trabalho. Notícias relacionadas:CNJ define critérios para juízes autorizarem influenciadores mirins.Critérios para monetização com menores nas redes estão mais claros.O plano destaca que trabalhos on-line são atividades naturalizadas no ambiente familiar e social. No entanto, envolvem riscos concretos de violação de direitos fundamentais em vista de exposição excessiva e permanente da imagem, assédio virtual, monetização indevida do trabalho, pressão por desempenho e ausência de limites claros de jornada. “O Brasil ainda não dispõe de regulamentação específica