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G1 Economia

Presidente do BC reage a questionamentos dos EUA ao PIX: 'Algo que terá de ser aceito'

O presidente do Banco Central, Gabriel Galípolo, afirmou nesta quinta-feira (25) que vários outros países têm sistemas instantâneos de pagamentos semelhantes ao PIX brasileiro, e avaliou que isso é algo que terá de ser aceito e incorporado pelos demais. Ele deu a declaração ao responder uma pergunta sobre a investigação dos Estados Unidos à ferramenta brasileira, que pode resultar em aumento de tarifas. Novas críticas de autoridades norte-americanas ao PIX aconteceram no início deste mês. A acusação é de favorecimento do sistema de pagamentos brasileiro em detrimento de empresas americanas que atuam no setor. "Do ponto de vista do relatório dos Estados Unidos, o Banco Central vem disponibilizando gente e tempo para estar auxiliando nas explicações necessárias ao governo americano. O PIX coloca o Brasil em uma posição que em poucas coisas o Brasil tem essa possibilidade de estar na fronteira do que há de mais moderno e é exemplo pro resto do mundo, e o PIX é um deles", disse Galípolo.

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Agência Brasil Lucas Pordeus León - Repórter da Agência Brasil

Brasil coloca equipes de saúde e insumos à disposição da Venezuela

O Ministério da Saúde do Brasil está em contato com a Venezuela para enviar ajuda com insumos e pessoal da área da saúde para o país vizinho, afetado por fortes terremotos de 7.2 e 7.5 na escala ritcher nessa quarta-feira (24). O ministro da Saúde, Alexandre Padilha, informou que manteve contato com o Ministério da Saúde da Venezuela para definir o envio de ajuda ao país. Notícias relacionadas:Terremotos na Venezuela deixam ao menos 164 mortos .Venezuela decreta emergência após terremotos.Lula oferece ajuda à Venezuela e manifesta consternação com terremoto.“Desde ontem pela noite, seguindo diretrizes do presidente Luiz Inácio Lula da Silva, fizemos contato com a OPAS [Organização Pan-americana de Saúde] e Ministério da Saúde do nosso país vizinho colocando-nos a disposição para qualquer ação humanitária”, disse o ministro, em uma rede social. A assessoria do ministério completou que ainda não houve pedido oficial de ajuda da Venezuela. A OPAS, entidade ligada à Organização Mundi

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Agência Brasil Lucas Pordeus León - Repórter da Agência Brasil

Líderes de todo o mundo se solidarizam com Venezuela após terremoto

 Os fortes terremotos, de 7.2 e 7.5 graus na escala Ritcher, que afetaram a Venezuela nessa quarta-feira (24), levou chefes de Estado de todo o mundo a se solidarizarem com o país sul-americano. Expressaram solidariedade ao povo e ao governo venezuelano, além da intenção de enviar ajuda, os líderes da França, do Brasil, Irã, da Arábia Saudita, de Cuba, da Turquia, China, Índia, Rússia, do  Paquistão, da União Africana, Itália, União Europeia, Espanha, Bolívia, do Chile, da Colômbia, Argentina, do Peru, México, Panamá e dos Estados Unidos (EUA), entre outras nações. Notícias relacionadas:Lula oferece ajuda à Venezuela e manifesta consternação com terremoto.Detido nos EUA, Maduro fala em união após terremoto na Venezuela.Terremotos na Venezuela deixam ao menos 164 mortos .Até o momento, dados oficiais registram 164 mortos e 970 feridos. Porém, projeções do Serviço Geológico dos EUA (USGS) apontam a probabilidade de dezenas de milhares de vítimas, com perda econômica de 1% a 7% do Produ