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Agência Brasil Pedro Peduzzi - Repórter da Agência Brasil

Durigan diz que aumento da dívida decorre dos juros, não dos gastos

O ministro da Fazenda, Dario Durigan, disse que o aumento da dívida brasileira não se deve ao aumento de gastos, e sim aos juros altos que são cobrados no país. Segundo ele, isso ocorre por conta da necessidade de o governo pagar dívidas antigas com títulos novos, o que implica em mais pagamento de juros. A declaração do ministro em entrevista à Globonews nesta quinta-feira (6). Ele explicou que, de fato, há relação entre a questão fiscal e os juros, mas que há também outros fatores decisivos que acabam por influenciar as altas taxas cobradas no Brasil. Notícias relacionadas:Redução da taxa de juros ainda é insuficiente, avaliam entidades.Em nova redução, Copom baixa taxa Selic para 14% ao ano.Durigan: dívida do Brasil é menor do que a de grandes economias.Perguntado sobre se os gastos do governo favorecem o cenário de juros altos, o ministro garantiu que “o governo não está gastando mais do que arrecada”. “O que acontece é que estamos pagando dívidas antigas com títulos novos. É, p

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G1 Economia

Aliados de Trump e democratas criticam resposta da Casa Branca após ataques de IA

Donald Trump anunciou o plano de infraestrutura para inteligência artificial nos EUA. Ao lado dele estão Masayoshi Son, CEO do SoftBank, Larry Ellison, cofundador da Oracle, e Sam Altman, da OpenAI AP/Julia Nikhinson Em uma rara demonstração de convergência, democratas e aliados conservadores de Donald Trump criticam a resposta limitada da Casa Branca aos recentes ataques realizados por agentes de inteligência artificial. Para eles, a proximidade do presidente com a indústria de tecnologia ajuda a explicar a falta de medidas mais rígidas. Há duas semanas, a OpenAI informou que um de seus agentes de IA agiu de forma autônoma e invadiu os sistemas da empresa Hugging Face. Depois disso, a Anthropic disse ter identificado que alguns de seus modelos também invadiram sistemas de três empresas. A Casa Branca afirmou que acompanha a situação, e Trump disse que analisava possíveis controles para a IA. Agora no g1 Steve Bannon, aliado de longa data de Trump e ex-assessor da Casa Branca, afirmou

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Agência Brasil Agência Brasil

Justiças Eleitoral e do Trabalho lançam campanha contra assédio

O Tribunal Superior Eleitoral (TSE), o Tribunal Superior do Trabalho (TST) e o Ministério Público do Trabalho (MPT) lançaram nesta quinta-feira (6) uma mobilização nacional conjunta contra o assédio eleitoral de patrões sobre os empregados.  Com o slogan No meu voto mando eu, a campanha Aliança pelo Voto Livre e Secreto é voltada a prevenir e combater atos de empregadores, superiores e colegas que busquem influenciar o voto livre e secreto de funcionários.  Notícias relacionadas:Urna eletrônica é patrimônio da democracia, diz presidente do TSE.TSE faz semana de ações para mostrar funcionamento da urna eletrônica.Assédio eleitoral no trabalho é crime; saiba como identificar.O assédio eleitoral ocorre quando alguém utiliza sua posição de poder no ambiente de trabalho para influenciar, constranger ou pressionar trabalhadores a votar, deixar de votar ou apoiar determinado candidato, partido ou posicionamento político. “É a prática do empregador que gera esse constrangimento e cerceia a

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G1 Economia

Durigan admite preocupação com trajetória da dívida e fala em redução de benefícios e controle de gastos para melhorar contas

O ministro da Fazenda, Dario Durigan, admitiu nesta quinta-feira (6) uma preocupação com a expectativa de crescimento da dívida pública brasileira, que já avançou mais de 10 pontos no atual mandato do presidente Luiz Inácio Lula da Silva e atingiu o maior nível desde 2021. Em entrevista exclusiva à GloboNews, ele afirmou que o governo federal continuará tentando, se reeleito, melhorar o perfil das contas públicas em um eventual novo mandato, controlando as despesas e reduzindo benefícios fiscais existentes. "Têm números que mostram resultado do ano, olhar o orçamento, fazer os cortes, bloqueios, que a gente tem feito. O que aparece como preocupante é a projeção para a dívida para frente. Sei lidar com o fiscal de forma melhor, fizemos um ajuste de dois pontos do PIB. É com esse compromisso que vamos para os próximos quatro anos, melhorando as contas públicas", declarou o ministro. Durigan negou que haja um cenário de descontrole, citando uma melhora nos últimos anos, com a obtenção da