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G1 Economia

Petróleo passa de US$ 96 e amplia temor sobre inflação global

Um navio-tanque atracado no cais marítimo de Keiyo, em Sodegaura, província de Chiba, no Japão. Yuichi Yamazaki / AFP A escalada da guerra entre Estados Unidos e Irã voltou a pressionar o mercado de energia e levou o petróleo Brent, referência internacional, a superar os US$ 96 (cerca de R$ 486,06) por barril nesta quinta-feira (23), o maior nível desde o início de junho. O avanço ocorre em meio ao aumento das preocupações com o fornecimento global de petróleo, diante das restrições à navegação no Estreito de Ormuz, uma das rotas marítimas mais importantes do mundo para o transporte da commodity. O Brent subia 2,2%, para US$ 96,14 por barril, enquanto o petróleo WTI, referência nos EUA, avançava 1,8%, para US$ 88,35. No começo do mês, o Brent era negociado abaixo de US$ 72, antes da intensificação do conflito. A continuidade dos confrontos tem dificultado a circulação de petroleiros no Estreito de Ormuz, passagem estratégica por onde normalmente transita cerca de um quinto de todo o p

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G1 Economia

NR-1: o que muda para os trabalhadores após o STF suspender multas por 90 dias?

NR-1: veja o que muda com a nova regra sobre saúde mental no trabalho A decisão do ministro André Mendonça, do Supremo Tribunal Federal (STF), de suspender por 90 dias a aplicação de multas e outras sanções previstas na Norma Regulamentadora nº 1 (NR-1) relacionadas aos riscos psicossociais no ambiente de trabalho levantou dúvidas entre trabalhadores sobre possíveis mudanças na proteção à saúde mental. A atualização da norma, que entrou em vigor em maio deste ano, ampliou a responsabilidade das empresas na prevenção de fatores como assédio moral, estresse ocupacional, excesso de jornada e sobrecarga de trabalho, que podem comprometer a saúde mental dos empregados.(veja o que muda) Apesar da decisão, os direitos dos trabalhadores permanecem os mesmos. O STF suspendeu apenas a aplicação das penalidades administrativas previstas na atualização da NR-1, mantendo a obrigação das empresas de identificar, avaliar e prevenir fatores de risco psicossocial. A medida é provisória, vale para empre

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G1 Educação

Como falar sobre pobreza e desigualdade com as crianças

Duas obras infanto-juvenis recém-lançadas pela Companhia das Letrinhas trazem a pobreza e a desigualdade social como temas centrais Companhia das Letrinhas "Uma caminhada de mil léguas começa com um primeiro passo. Em outras palavras: comece." E, assim, Emicida começa. A introdução de dois livros infanto-juvenis assinada pelo cantor paulistano é o primeiro passo para uma pergunta complexa: como falar sobre pobreza e desigualdade com as crianças? A resposta foi elaborada em conjunto com a economista Esther Duflo. A franco-americana é professora de economia do Instituto de Tecnologia de Massachusetts (MIT), foi a segunda mulher na história a ganhar o Nobel de Economia, e também a mais jovem, aos 46 anos de idade, em 2019. Juntos, eles escreveram Volta por cima e Conta Comigo, obras recém-publicadas pela Companhia das Letrinhas. As publicações abordam temas relacionados à pobreza global e convidam as crianças a refletirem sobre soluções coletivas para enfrentar esse desafio. Agora no g1 P

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G1 Economia

Quando vender muito vira um problema: a história da loja de cookies que cresceu rápido demais

Quando vender demais vira problema: os desafios de uma loja de cookies que viralizou Para muitos empreendedores, o maior desafio é conquistar clientes. Para Pedro Palma, dono de uma loja de cookies, o problema começou justamente quando eles apareceram — e em grande quantidade. Antes mesmo da inauguração, o negócio já chamava atenção nas redes sociais. O empreendedor decidiu transformar a reforma do ponto comercial em uma espécie de reality, compartilhando os bastidores da obra, os imprevistos e até momentos inusitados. A estratégia despertou a curiosidade do público e criou uma comunidade de seguidores antes da abertura das portas. O resultado foi imediato: em apenas dois dias, todo o estoque preparado para durar duas semanas havia acabado. Loja de cookies viraliza e mostra os desafios em crescer rápido demais Reprodução/PEGN O sucesso, porém, trouxe um desafio que muitos pequenos empresários enfrentam quando crescem mais rápido do que conseguem se estruturar. Sem conseguir acompanha

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G1 Economia

O 'plano Trump': como empresas brasileiras tentam driblar o tarifaço e reduzir a dependência dos EUA

Na Casa Branca, Lula e Donald Trump discutem terras raras, crime organizado e comércio Jornal Nacional/ Reprodução As tarifas de 25% recentemente anunciadas pelos Estados Unidos contra o Brasil têm levado empresas brasileiras a buscar alternativas ao mercado americano. Uma estimativa recente do Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços (MDIC) indicou que cerca de 18% das exportações brasileiras para os EUA devem ser afetadas pelo novo tarifaço, o equivalente a US$ 7,4 bilhões (R$ 37,7 bilhões). 🗒️Tem alguma sugestão de reportagem? Mande para o g1 Para representantes de diferentes setores da economia ouvidos pelo g1, porém, diversificar mercados leva tempo, exige investimentos e não evita os impactos imediatos sobre exportações, empregos e faturamento. Além disso, empresários defendem uma redução da carga tributária e medidas para conter o avanço das importações, ampliando o espaço da indústria nacional no mercado interno como forma de amenizar os efeitos do tarifaço

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G1 Economia

Receita Federal tira sistema do CNPJ do ar até segunda para implementar novo modelo com letras

g1 em 1 minuto: CNPJ com letras e números entra em vigor em julho A Receita Federal anunciou uma parada programada nos sistemas do Cadastro Nacional da Pessoa Jurídica (CNPJ) para concluir a implantação do CNPJ Alfanumérico, novo padrão de identificação das pessoas jurídicas no Brasil que passará a combinar letras e números. A interrupção está prevista para ocorrer entre as 21h desta quinta-feira (23) e as 7h da próxima segunda-feira (27). Durante esse período, diversos serviços relacionados ao CNPJ terão funcionamento limitado ou ficarão temporariamente indisponíveis. 🔎 A mudança faz parte do processo de modernização dos cadastros da Receita e busca ampliar a quantidade de combinações disponíveis para novos registros, diante do crescimento contínuo de inscrições no país. Segundo a Receita Federal, a paralisação ocorrerá em duas etapas: Fase de consulta exclusiva Das 21h do dia 23 de julho até as 7h do dia 25 de julho; A base do CNPJ funcionará apenas para consultas; Não será possível

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G1 Economia

Tarifaço de Trump pressiona setores, mas Brasil chega menos dependente dos EUA, dizem especialistas

Tarifas dos EUA expõem relação comercial que beneficia os dois países As tarifas adicionais de 25% impostas pelos Estados Unidos sobre parte das exportações brasileiras entraram em vigor nesta quarta-feira (22), com impacto concentrado nos setores mais dependentes do mercado americano. Economistas ouvidos pelo g1 avaliam que a medida não deve provocar uma crise na economia brasileira como um todo, mas pode pressionar parte das empresas, que terão dificuldade para encontrar novos compradores no curto prazo. 🗒️ Tem alguma sugestão de reportagem? Mande para o g1 O efeito, porém, ocorre em um cenário diferente do de duas décadas atrás. Os EUA perderam participação no comércio exterior brasileiro. Em 2005, o mercado americano absorvia cerca de um quinto das exportações do país, o equivalente a aproximadamente 19% do total embarcado. Em 2025, essa participação havia recuado para cerca de 12%. No primeiro semestre de 2026, a fatia caiu para 9,4%. Os dados são do Comexstat, do Ministério do De

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G1 Economia

INSS diz que fila caiu 74% em 2026 e tem 1,6 milhão de pedidos; Lula prometeu zerar até setembro

A fila de espera por benefício do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) caiu diz que fila caiu 74% em 2026 e que 1,6 milhão de pedidos aguardavam resposta até 14 de julho. Esse é o menor patamar em 21 meses. Segundo os dados do Ministério da Previdência Social, desse total, 486 mil requerimentos estão fora do prazo legal de 45 dias. Outros 745 mil processos seguem dentro do prazo regimental. O governo trocou a chefia do INSS em abril. No lugar de Gilberto Waller, que foi demitido, assumiu o posto Ana Cristina Viana Silveira. Após a troca, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) disse que a nova chefe do INSS tem a meta de zerar a fila de espera até setembro deste ano. Essa foi uma promessa de Lula ao tomar posse em 2023. 🔎 O Ministério da Previdência considera que a meta de “zerar a fila” do INSS significa acabar com o estoque de requerimentos com mais de 45 dias. Todos os meses o INSS recebe, em média, 1,3 milhão de novos requerimentos. Agora no g1 Há, ainda, 450 mil proces

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G1 Economia

Tarifaço: setores atingidos e governo divergem sobre possibilidade de aplicar reciprocidade aos EUA

Representantes dos setores afetados e integrantes do governo federal demonstram visões diferentes sobre a adoção de medidas de reciprocidade em resposta às novas tarifas anunciadas pelos Estados Unidos sobre produtos brasileiros, que começaram a valer nesta quarta-feira (22). Enquanto o governo mantém a possibilidade de acionar a Lei da Reciprocidade Econômica, entidades empresariais têm defendido que o Brasil priorize a negociação e medidas de apoio às empresas. Nesta terça-feira (21), o governo iniciou uma rodada de reuniões com representantes dos segmentos mais atingidos pela nova taxação. Os encontros tem como objetivo identificar demandas dos setores e discutir mecanismos de mitigação dos impactos da medida americana. LEIA TAMBÉM: Governo prepara ajuda em etapas a empresas afetadas por tarifaço Governo Lula libera R$ 18,5 bilhões em crédito para empresas afetadas por tarifaço do governo Trump Governo se reúne com setores para avaliar impacto da nova tarifa dos EUA ➡️ A tarifa adi

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G1 Economia

El Niño: governo antecipa contratos de reserva de energia para garantir abastecimento e evitar efeitos do fenômeno

O governo federal decidiu antecipar o início do fornecimento de energia de cinco contratos de leilões de reserva de capacidade na modalidade energia e de um contrato na modalidade potência, diante dos efeitos do fenômeno El Niño (leia mais abaixo). A medida acrescentará 1,8 gigawatt (GW) ao Sistema Interligado Nacional (SIN) a partir de 1º de setembro. A decisão foi tomada nesta quarta-feira (22) pelo Comitê de Monitoramento do Setor Elétrico (CMSE). 🔎 O El Niño é um fenômeno climático marcado pelo aquecimento das águas do Oceano Pacífico, que altera os padrões do clima no mundo. Ele acontece com frequência a cada dois a sete anos. No Brasil, os efeitos costumam ser desiguais: o Sul tende a ter mais chuva, enquanto áreas do Norte e do Nordeste podem enfrentar períodos mais secos. Agora no g1 Em nota, o comitê afirmou que a antecipação dos contratos é "fundamental para garantir a segurança do sistema elétrico brasileiro em 2026 e no início de 2027", especialmente em razão dos possíveis

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G1 Economia

IA pode decidir atacar empresas? Entenda como foi a invasão 'sem precedentes' por modelo da OpenAI

O logotipo da OpenAI é visto em um telefone celular em frente a uma tela de computador que exibe a tela inicial do ChatGPT AP/Michael Dwyer, Arquivo O ataque virtual "sem precedentes" divulgado pela OpenAI na última terça-feira (21) envolveu o uso de dois dos modelos de inteligência artificial mais avançados da empresa para encontrar formas de invadir outro sistema. A divulgação do caso acontece semanas após a rival Anthropic dizer que não liberaria a versão plena de seu modelo Claude Mythos por conta do "salto significativo em suas capacidades" para fazer ataques cibernéticos. 🗒️Tem alguma sugestão de reportagem? Envie para o g1 Os dois episódios demonstram os avanços de novos modelos de IA. Mas eles indicam que os agentes agora podem fazer ataques sem precisar de humanos? Afinal, seria possível um robô ficar "rebelde" e decidir atacar uma empresa? A resposta é "não". Em vez de agirem por conta própria, os modelos apenas tentam alcançar objetivos que recebem, afirmam especialistas.