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G1 Economia

Fim da escala 6x1: quem apoia, quem é contra e o que ainda pode mudar na proposta

MP das Blusinhas, fim da escala 6x1 e PEC da Segurança avançam A proposta que acaba com a escala 6x1 será votada nesta quarta-feira (2) na Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) do Senado. O texto já foi aprovado pela Câmara dos Deputados em dois turnos e, agora, precisa avançar entre os senadores. A PEC estabelece uma jornada máxima de 40 horas semanais, distribuídas em cinco dias de trabalho e dois dias de descanso, sem redução de salário. (veja detalhes abaixo) grafico g1 Mas quem apoia a proposta? Quem é contra? E o que ainda pode mudar? Veja as principais perguntas e respostas. Quem é a favor da PEC? A PEC 221/2019, de autoria do deputado Reginaldo Lopes (PT-MG), previa originalmente a redução da jornada de trabalho de 44 para 36 horas semanais ao longo de 10 anos. Já a PEC 8/2025, apresentada pela deputada Erika Hilton (PSOL-SP), propunha uma jornada de quatro dias de trabalho por semana, conhecida como escala 4x3. As duas propostas foram reunidas durante a tramitação na Câma

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Fim da 6x1: CCJ do Senado pode votar nesta quarta proposta que reduz jornada de trabalho

A Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) do Senado pode votar nesta quarta-feira (2) a Proposta de Emenda à Constituição (PEC) que acaba com a escala de trabalho 6x1. O texto prevê a redução da jornada de trabalho de 44 horas para 40 horas por semana em até 14 meses. A proposta será votada pela comissão, após ser destravada pelo presidente da Casa, Davi Alcolumbre (União Brasil-AP), que se reaproximou do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) nas últimas semanas. 🔎A CCJ é a principal comissão do Congresso, e funciona como uma 'luz verde' para qualquer projeto que tramita no Legislativo. Ela consegue controlar o ritmo e dar peso de validação a uma matéria para ser analisada pelo plenário. É a comissão mais estratégica, que pode interromper previamente determinados projetos. Nesta terça-feira (1º), o relator da proposta, senador Omar Aziz, afirmou que não vai alterar o texto aprovado pela Câmara dos Deputados. "Nós vamos votar. Temos número para aprovar na CCJ. Otto [Alencar, presid