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Annie Woods colhe abobrinhas da variedade Eight Ball ao pôr do sol, na quarta-feira, 1º de julho de 2026, em sua fazenda em Brooksville, no estado de Kentucky, EUA.
Joshua A. Bickel/AP
Mesmo quando o sol começa a se pôr, o calor do dia ainda permanece no ar enquanto Annie Woods volta à lavoura para colher abóboras e abobrinhas em sua fazenda.
Ondas de calor intensas e prolongadas fazem parte de um padrão de eventos climáticos extremos impulsionado pelas mudanças climáticas, que também têm provocado secas e enchentes severas. Para os agricultores dos EUA, isso significa janelas de plantio mais curtas e maior risco de perda de safras, devido a períodos de calor no início da temporada seguidos por geadas.
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“Acho que é muito seguro dizer que essas ondas de calor não vão desaparecer nem são eventos isolados”, afirmou Woods.
A recente cúpula de calor (heat dome), um sistema de alta pressão que aprisiona o calor e a umidade sobre uma região