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InfoMoney Roberto de Lira

Como a América Latina pode aproveitar seu potencial em minerais críticos?

Agência de classificação de risco Moody's lista o potencial da região para produzir os principais ativos da transição energética, mas adverte que entraves de capital, tecnologia e mercado precisam ser superados The post Como a América Latina pode aproveitar seu potencial em minerais críticos? appeared first on InfoMoney.

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G1 Educação

De piada em jornal a termo universal: como 'OK' se tornou a palavra mais falada do mundo

Definição de OK no Dicionário Aurélio. g1 Seja em uma conversa entre amigos, na tela de um computador ou em uma troca de mensagens no celular, há uma expressão que ultrapassa quase todas as barreiras linguísticas: "OK". Curta, simples e reconhecida em diferentes partes do mundo, a palavra se tornou um símbolo universal de concordância e confirmação. Embora existam mais de 7 mil idiomas vivos catalogados atualmente, o "OK" conseguiu o feito raro de ser incorporado a idiomas de diferentes partes do mundo. Para o linguista norte-americano Allan Metcalf, autor de um estudo detalhado sobre o tema que resultou no livro “OK”, a expressão é "a invenção mais sensacional da língua inglesa", superando em alcance qualquer outra criação literária ou linguística. A palavra é tão onipresente que hoje é compreendida em diferentes países e idiomas, independentemente da língua materna de seus falantes. Variações da palavra: O.K. Okay Okai Okei Oquei Agora no g1 No entanto, por trás dessa simplicidade

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G1 Economia

Os vencedores (e os perdedores) econômicos da maior Copa do Mundo de todos os tempos

Os vencedores (e os perdedores) econômicos da maior Copa do Mundo de todos os tempos Reuters via BBC Esta Copa do Mundo foi maior do que qualquer torneio anterior. Com mais países participantes e mais partidas, há mais espectadores acompanhando os jogos, além de mais oportunidades de ganhar dinheiro. Enquanto as estrelas do futebol mundial criam momentos históricos em campo, bilhões de dólares são gerados fora dele. Mas nem todos saíram ganhando. Agora no g1 Fifa: vencedora A quantia de dinheiro que a Fifa, entidade máxima do futebol mundial, arrecada com a Copa do Mundo é astronômica. Ela gerou um valor recorde de US$ 7,6 bilhões (R$ 38 bilhões) com o Catar 2022 e espera-se que supere esse valor com a Copa de 2026, especialmente com o torneio expandido para 48 seleções. Marion Laboure, estrategista do Deutsche Bank Research, afirma que a Fifa é "sem dúvida" a principal vencedora, com receitas próximas a US$ 13 bilhões (R$ 66 bilhões) ao longo do ciclo de quatro anos. A receita da Fif

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G1 Economia

Move Aplicativos: motoristas de app agora podem financiar carros usados, mas aprovar crédito vira desafio

Tire dúvidas sobre o Programa Move Brasil O governo federal ampliou nesta semana o programa Move Aplicativos, que oferece financiamento com juros baixos para motoristas de app e taxistas. Agora, a linha de financiamento com juros mais baixos também passa a permitir a compra de carros usados. ✅ Clique aqui para seguir o canal do g1 Carros no WhatsApp As regras para seminovos seguem praticamente as mesmas já em vigor desde junho: O veículo precisa custar até R$ 150 mil; Modelo seminovo deve ser elétrico ou híbrido flex (modelos híbridos apenas a gasolina não entram no programa); Precisa ter sido fabricado a partir de 2024; A montadora deve estar habilitada no programa Mover. Há poucos carros com sistema híbrido flex disponíveis por menos de R$ 150 mil no mercado de seminovos, segundo o preço médio divulgado pela Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas (Fipe). Nessa faixa, aparecem as versões híbridas de: Fiat Pulse: R$ 107.493; Fiat Fastback: R$ 117.746; Peugeot 2008 GT: R$ 146.415; P

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G1 Economia

'Mudamos a rota': produtores do agro já buscam novos mercados após tarifaço de Trump

Novo tarifaço de Trump deve provocar impacto de 36,5% no agronegócio brasileiro O produtor Rodrigo Pamponet, que cultiva uvas no Vale do São Francisco, já colocou o mercado norte-americano em segundo plano. A fazenda passou a concentrar as vendas em outros mercados, como Europa e Argentina, diante da perda de competitividade provocada pelas tarifas impostas pelos Estados Unidos a produtos vindos do Brasil. 🗒️ Tem alguma sugestão de reportagem? Mande para o g1 “A gente costumava exportar bastante para os EUA. Em 2024, a fazenda embarcou cerca de 50 paletes. No ano passado, esse volume caiu para apenas seis, apenas para completar um pedido. Neste ano, a expectativa é de que minhas exportações para lá praticamente zerem, a menos que os importadores americanos aceitem absorver parte do custo adicional das tarifas”, relata o produtor. O movimento da fazenda no Vale do São Francisco reflete a reação de parte do agronegócio brasileiro ao novo cenário comercial. A partir da próxima terça-feira

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G1 Economia

Virada de chave: como carros elétricos e montadoras chinesas redesenham a indústria automotiva brasileira

Como carros elétricos e montadoras chinesas redesenham a indústria automotiva brasileira O último Corolla produzido em Indaiatuba (SP) em junho e os primeiros veículos eletrificados que começam a sair da fábrica da GWM em Iracemápolis (SP), na região de Piracicaba (SP), contam uma mesma história: a transformação do mercado automotivo brasileiro. Dados da Associação Nacional dos Fabricantes de Veículos Automotores (Anfavea) e um levantamento do g1 apontam que o Brasil não está perdendo fábricas de carros, mas trocando o perfil industrial. Essa tendência, com maior impulso após a pandemia, tem como cenário fábricas deixadas por marcas tradicionais e, muitas vezes, ocupadas por montadoras focadas em eletrificação. Isso ocorreu no interior de São Paulo com a Mercedes-Benz, em Iracemápolis, cuja fábrica foi ocupada pela chinesa GWM. Também ocorreu com a Ford, em Camaçari (BA) e em Horizonte (CE), que deram lugar a investimentos da chinesa BYD e da britânica MG Motor, respectivamente. ⚡Ve