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Agência Brasil Alex Rodrigues - Repórter da Agência Brasil

Funai aciona PF e pede apuração de casos de ataques contra indígenas

Indígenas do Mato Grosso do Sul seguem denunciando a escalada das ameaças e da violência contra suas comunidades após o encerramento do segundo turno das eleições presidenciais, no domingo (25). Entre os ataques está o incêndio da casa da rezadeira de 90 anos Ñandesy Roberta, na aldeia Jaguapiré, em Tacuru, a cerca de 427 quilômetros de Campo Grande, na manhã de quinta-feira (29). Notícias relacionadas:Indígenas de MS denunciam casos de violência e ameaças após eleição.Indígenas relatam envenenamento de água após reeleição de Lula.De acordo com a Articulação dos Povos Indígenas do Brasil (Apib), o incêndio foi criminoso e, além da casa da idosa, destruiu instrumentos sagrados usados em rituais tradicionais do povo Kaiowá e Guarani, “representando uma grave violação não só aos direitos indígenas, mas também à liberdade religiosa”. Em um vídeo divulgado nas redes sociais nesta sexta-feira (30), Voninho Guarani Kaiowá, um dos coordenadores da Apib, afirma que os ataques e as ameaças co

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Agência Brasil Alex Rodrigues - Repórter da Agência Brasil

MPF e PF apuram denúncias de ataques contra indígenas

Indígenas do Mato Grosso do Sul seguem denunciando a escalada das ameaças e da violência contra suas comunidades após o encerramento do segundo turno das eleições presidenciais, no domingo (25). Segundo a Articulação dos Povos Indígenas do Brasil (Apib), a casa da rezadeira de 90 anos de idade Ñandesy Roberta foi incendiada na aldeia Jaguapiré, em Tacuru, a cerca de 427 quilômetros de Campo Grande, na manhã de quinta-feira (29). Notícias relacionadas:Indígenas de MS denunciam casos de violência e ameaças após eleição.Indígenas relatam envenenamento de água após reeleição de Lula.De acordo com a organização indígena, o incêndio foi criminoso e, além da casa da idosa, destruiu instrumentos sagrados usados em rituais tradicionais do povo Kaiowá e Guarani, “representando uma grave violação não só aos direitos indígenas, mas também à liberdade religiosa”. Em um vídeo divulgado nas redes sociais nesta sexta-feira (30), Voninho Guarani Kaiowá, um dos coordenadores da Apib, afirma que os at

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Agência Brasil Flávia Albuquerque - Repórter da Agência Brasil

Polícia de SP investiga venda de dados de mortos a funerárias

A Corregedoria-Geral da Polícia Civil, a prefeitura de São Paulo e a Controladoria-Geral do município investigam uma suposta organização criminosa que obtinha irregularmente os registros de óbitos na capital paulista e repassava para empresas do setor funerário.   A segunda fase da Operação Luctus foi deflagrada nesta quinta-feira (29) para apurar mais informações. O grupo é investigado por crimes contra a administração pública, corrupção, acesso indevido a informações sigilosas, lavagem de capitais e outros delitos correlatos.  “A investigação teve origem a pedido da prefeitura. A operação cumpriu mandados de busca e apreensão em 21 alvos, entre eles um policial civil, um funcionário da prefeitura e empresários do setor. Integrantes da Corregedoria do Município acompanharam as diligências”, informou a Secretaria de Segurança Pública do Estado de São Paulo (SSP-SP).  Segundo a SSP-SP, a segunda fase da operação, pretende, além da responsabilização penal dos envolvidos, identificar