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G1 Economia

Volkswagen defende cortes mais profundos diante do avanço das montadoras chinesas na Europa

Veículo elétrico Volkswagen ID. UNYX 08 em linha de produção na fábrica da Volkswagen Anhui, em Hefei, na China. REUTERS/Florence Lo/Foto de arquivo A Volkswagen precisa aprofundar a redução de custos para permanecer competitiva diante do avanço das montadoras chinesas no mercado europeu, afirmou nesta sexta-feira (24) o presidente-executivo da empresa, Oliver Blume, após a divulgação de um balanço trimestral com resultados mistos. 🗒️ Tem alguma sugestão de reportagem? Mande para o g1 A segunda maior montadora do mundo tenta equilibrar a necessidade de tranquilizar os investidores com a defesa de um amplo plano de reestruturação. Ao mesmo tempo, enfrenta os impactos das tarifas, a fraqueza do mercado chinês e avalia o possível fechamento de algumas fábricas na Alemanha. "Quando olhamos para o futuro, vemos que os riscos aumentam cada vez mais", disse Blume, citando a existência de mais de 150 fabricantes de automóveis na China. "E todos estão chegando ao mercado", acrescentou, em refer

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G1 Economia

Volkswagen abandona previsão de crescimento de vendas para 2026

Fábrica da Volkswagen em Emden, na Alemanha Lars Penning/dpa/picture alliance via DW A Volkswagen deixou de projetar crescimento da receita neste ano. Nesta sexta-feira (24), a montadora alemã retirou a previsão anterior e passou a estimar uma queda nas vendas, em meio aos impactos das tarifas dos Estados Unidos e ao aumento da concorrência das fabricantes chinesas. 🗒️ Tem alguma sugestão de reportagem? Mande para o g1 O anúncio foi feito junto com os resultados do segundo trimestre, que mostraram uma queda de 9,5% no lucro. Diante desse cenário, o presidente-executivo da companhia, Oliver Blume, voltou a defender uma ampla reestruturação da segunda maior montadora do mundo, incluindo a proposta de cortar 100 mil empregos para reduzir custos e aumentar a competitividade. Agora, a Volkswagen prevê uma queda de até 3% na receita de vendas em 2026. Anteriormente, a expectativa era de crescimento de até 3%. A empresa manteve a projeção de margem operacional entre 4% e 5,5%, acima dos 2,8%