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Agência Brasil Agência Brasil

Morre a ativista política e feminista Amelinha Teles, aos 81 anos

A ativista política e feminista Amelinha Teles morreu nesta terça-feira (15), aos 81 anos. Presa em 28 de dezembro de 1972, foi levada à Operação Bandeirantes (Oban), onde passou por sessões de torturas. Amelinha foi castigada pelo major do exército Carlos Alberto Brilhante Ustra, então comandante do DOI-Codi de São Paulo. De acordo com o Memórias da Ditadura, seu marido César Augusto Teles e seu companheiro de militância Carlos Nicolau Danielli também foram levados ao órgão de repressão. Ela testemunhou o assassinato de Danielli. Notícias relacionadas:Mulheres estão perdendo o direito de ir e vir, diz Amelinha Teles.Seus filhos, Edson e Janaína, com 4 e 5 anos de idade, à época, também foram sequestrados e levados à Oban, onde viram os pais serem torturados. Feminista, participou do Jornal Brasil Mulher, na década de 1970, e teve papel importante na efetivação da Lei Maria da Penha como advogada e formadora de Promotoras Legais Populares. Violações de direitos Amelinha Teles foi

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Agência Brasil Felipe Pontes – Repórter da Agência Brasil

Gilmar acusa Mendonça de usar caso Master para interferir em eleição

O ministro Gilmar Mendes, decano do Supremo Tribunal Federal (STF), acusou nesta terça-feira (15) o ministro André Mendonça de usar sua relatoria do caso Master para interferir na eleição presidencial marcada para 4 de outubro.  “Com todas as vênias e toda sinceridade presidente, é evidente e até as pedras sabem que há um inequívoco viés político-eleitoral na forma como o tema foi conduzido”, afirmou Mendes, dirigindo-se ao presidente do STF, ministro Edson Fachin. “Isso não se faz, pessoas decentes não fazem isso”, acrescentou o decano.  Notícias relacionadas:Dino cita descumprimento de normas e sugere julgamento conjunto dia 23.STF interrompe julgamento; sessão será retomada será às 15h.Fachin pede que ministros deixem disputa pessoal de lado.Em resposta, Mendonça acusou Mendes de ser “leviano” ao levantar a suspeita. “Não aponte o dedo para mim”, afirmou Mendonça. Ministro André Mendonça  durante sessão do STF. Foto: Alejandro Zambrana/STF - Aleja