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Agência Brasil Daniella Almeida - Repórter da Agência Brasil

Anvisa aprova novo medicamento para linfoma não Hodgkin

A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) publicou nesta segunda-feira (20), no Diário Oficial da União, o registro do medicamento Columvi (glofitamabe) desenvolvido pelo laboratório Roche para tratamento de um tipo de câncer que acomete o sistema linfático que integra a defesa imunológica do corpo. O Columvi – em combinação com gencitabina e oxaliplatina – é indicado para pacientes adultos com linfoma difuso de grandes células B não especificado (LDGCB NOS) recidivante (quando o câncer retorna) ou refratário, quando não responde aos tratamentos iniciais. Notícias relacionadas:Anvisa suspende venda de energético Mister Hemp.Anvisa aprova novo medicamento oral para câncer de mama.O produto biológico também é recomendado aos pacientes sem condições clínicas elegíveis ao transplante autólogo de células-tronco (TACT), procedimento que usa células-tronco da própria pessoa no tratamento do linfoma. Em nota, a agência reguladora disse que o novo medicamento amplia as opções de tr

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Agência Brasil Lucas Pordeus León - Repórter da Agência Brasil

Escalada da guerra expõe fracasso do acordo entre Irã e EUA

A escalada da guerra no Oriente Médio nos últimos dias expõe o fracasso do acordo costurado entre Irã e Estados Unidos (EUA) para pôr fim ao conflito que já custou a vida de milhares de pessoas na região, desde o dia 28 de fevereiro. Os ataques aumentaram contra o Irã, incluindo bombardeios contra infraestruturas civis como pontes, hospital, usinas de dessalinização de água, de produção de combustíveis e até um canteiro de obras de uma usina nuclear.  Notícias relacionadas:EUA mantêm ataques; Irã diz que petroleiros explodiram em Ormuz.Enquanto sediam final da Copa, EUA atacam unidade nuclear no Irã.Do outro lado, o Irã intensifica ataques contra alvos em países do Golfo, como Jordânia, Bahrein e Kuwait, atingindo tanto bases militares dos EUA nesses países, quanto algumas infraestruturas civis, como usinas de dessanilização de água e de produção de energia. O especialista em segurança e geopolítica, o major-general português Agostinho Costa, afirmou à Agência Brasil que o memorando

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G1 Economia

Movimentação de passageiros em aeroportos soma 65,2 milhões no 1º semestre de 2026, diz Anac

A movimentação de passageiros nos aeroportos brasileiros chegou a 65,2 milhões de viajantes no primeiro semestre de 2026, segundo dados atualizados pela Agência Nacional de Aviação Civil (Anac). O resultado representa um crescimento de 5,4% em relação aos seis primeiros meses de 2025. Do total registrado entre janeiro e junho, segundo o governo, 50,2 milhões de passageiros viajaram em voos domésticos, enquanto 15 milhões utilizaram voos internacionais. Os dados mostram que o avanço da movimentação aérea foi puxado pelos dois segmentos do mercado (doméstico e internacional). Agora no g1 No acumulado do semestre, o transporte internacional manteve ritmo de crescimento acima do doméstico. Só no mês de junho, os aeroportos brasileiros movimentaram 10,3 milhões de passageiros, uma queda de 0,9% na comparação com o mesmo mês de 2025 — diferentemente de maio, que teve alta de 2,5% na mesma comparação. RELEMBRE: Movimentação de passageiros em aeroportos bate recorde nos cinco primeiros meses

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Agência Brasil Ana Cristina Campos – Repórter da Agência Brasil

Governo Trump usa desmatamento para impor taxas ao Brasil

As justificativas dos Estados Unidos para taxar o Brasil em 25% sobre os produtos exportados incluem a acusação de que o Brasil permite o desmatamento. Para o secretário executivo do Observatório do Clima, Marcio Astrini, as análises do governo de Donald Trump são totalmente infundadas. “O governo Trump está usando a questão ambiental para impor barreiras comerciais que servem apenas como uma desculpa. O governo Trump virou as costas para a questão ambiental no mundo inteiro. Saiu do Acordo de Paris”, disse Astrini. Segundo o pesquisador, os Estados Unidos estão levando vantagens comerciais por não aplicarem nenhuma medida de proteção ambiental como a redução da emissão de carbono. Existem dezenas de outros países que desmatam e esse argumento não está sendo usado para nenhum outro país para impor taxas sobre os produtos. “É uma medida puramente política, não tem nada a ver com a questão ambiental. É apenas uma desculpa para impor uma barreira tarifária ao país”, afirmou Astrini