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Tinder, Bumble e Happn estão entre os aplicativos de relacionamento mais populares no Brasil
Nik/Unsplash
Nos últimos anos, tornou-se banal ver alguém escolhendo possíveis parceiros com o mesmo gesto (e entusiasmo) usados para passar vídeos no TikTok ou produtos numa loja virtual. Para a direita, interesse; para a esquerda, esquecimento.
O que antes envolvia o teatro do encontro — olhares, hesitação, aproximação, rejeição, descoberta — foi comprimido em interfaces quase gamificadas.
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Os aplicativos de relacionamento ampliaram as possibilidades de encontro, mas pesquisas em psicologia social indicam que mais opções nem sempre significam maior satisfação, relacionamentos mais estáveis ou melhores resultados para todos os usuários.
Apps de namoro como o Tinder não inventaram o desejo nem o sexo casual, a comparação social ou a fantasia de que talvez exista alguém melhor logo em seguida. Sua inovação foi transformar tudo isso em uma máqu