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G1 Economia

Ministro diz que negociações sobre tarifaço seguem mesmo após decisão da secretaria de comércio dos EUA

Ana Flor: decisão sobre tarifaço dos EUA deve ser judicializada O governo brasileiro pretende realizar mais duas conversas com o Departamento de Comércio dos Estados Unidos (USTR, na sigla em inglês) antes do prazo final de 15 de julho, quando o órgão deve enviar à Casa Branca sua recomendação sobre possíveis tarifas contra o Brasil. Ao blog, o ministro do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços, Márcio Elias Rosa, afirmou que deve ter, até a próxima segunda-feira (13), uma reunião direta com Jamieson Greer, representante de Comércio dos Estados Unidos. O encontro terá caráter político. Além disso, as equipes técnicas dos dois países podem realizar uma nova conversa. Segundo o ministro, as tratativas devem continuar mesmo após o envio do relatório à Casa Branca. O objetivo do Brasil é retirar setores do chamado tarifaço e reduzir as alíquotas que eventualmente sejam aplicadas. As negociações têm como propósito retirar setores do tarifaço e reduzir tarifas. Na prática, a partir

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Agência Brasil Felipe Pontes - Repórter da Agência Brasil

Por ordem de Moraes, PF faz busca por armas na casa de Bolsonaro

A Polícia Federal (PF) realizou nesta quarta-feira (8) uma varredura na residência do ex-presidente Jair Bolsonaro em busca de armas, munições e documentos de registro, por ordem do ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF).    A medida foi determinada por Moraes após uma das armas registradas em nome de Bolsonaro não ter sido entregue à PF, conforme ordem proferida pelo ministro na semana passada.  Notícias relacionadas:Moraes manda Exército entregar armas registradas em nome de Bolsonaro.Exército entrega armas de Bolsonaro à PF e informa falta de duas.Na última sexta-feira, Moraes manteve a prisão domiciliar de Bolsonaro, que cumpre pena de 27 anos e 3 meses de prisão por tentativa de golpe de Estado, entre outros crimes. Naquela mesma decisão, o ministro ordenou que todas as armas registradas em nome do ex-presidente fossem entregues à PF.  Em resposta, a defesa informou que oito desses armamentos estavam sob custódia da Polícia do Exército. Moraes então man