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Agência Brasil Paula Laboissière – Repórter da Agência Brasil

Nossa Senhora Aparecida: 95 anos da padroeira do Brasil; entenda

Em 1717, Domingos Garcia, João Alves e Felipe Pedroso navegavam pelo Rio Paraíba do Sul, no estado de São Paulo. Após diversas tentativas frustradas de pesca, os homens encontraram uma imagem de barro que estava submersa. Ao retirá-la da água, perceberam que se tratava de uma imagem da Virgem Maria, mais precisamente, da Imaculada Conceição. Passaram a chamá-la, então, de Aparecida. O achado foi um marco na vida dos pescadores, que começaram a relatar graças e milagres atribuídos à intercessão da Virgem. A fama da imagem se espalhou, atraindo devotos que vinham em romarias de diversas partes do Brasil. Mais de dois séculos depois, em 1930, o papa Pio XI assinou o decreto que proclamou Nossa Senhora Aparecida padroeira do Brasil.  Notícias relacionadas:PM do Rio reforça policiamento para o feriado de segunda-feira.Ataques a símbolos religiosos reacendem debate sobre intolerância.TSE irá julgar decisão que barrou postagens sobre Nossa Senhora.A cerimônia solene aconteceu apenas em 1931

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G1 Economia

Nobel de Economia 2026 vai para Robert E. Hall e Michael Woodford por seus estudos sobre estabilização econômica

Nobel de Economia 2026 vai para Robert E. Hall e Michael Woodford Reprodução/Nobel Prize O Nobel de Economia de 2026 foi concedido aos economistas Robert E. Hall e Michael Woodford por seus estudos sobre as bases microeconômicas da estabilização macroeconômica. O anúncio foi feito nesta segunda-feira (12) pela Academia Real das Ciências da Suécia, responsável pela premiação. Os vencedores vão dividir 12 milhões de coroas suecas (US$ 1,2 milhão). 🗒️Tem alguma sugestão de reportagem? Envie para o g1 Segundo a entidade, os dois laureados desenvolveram modelos que ajudam governos e bancos centrais a reduzir as oscilações da economia. Seus estudos mostram como medidas relacionadas aos juros, aos gastos públicos e aos impostos, quando adotadas no momento certo, podem amenizar crises e conter períodos de crescimento excessivo. “Com eles, estamos mais preparados para lidar com choques na economia, como crises energéticas ou mudanças repentinas no consumo das famílias", afirmou John Hassler, p