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G1 Economia

'Nem para comer me chamavam': entenda o que é a solidão corporativa e como pode afetar sua carreira

Solidão corporativa: entenda o que é e como ela pode afetar a saúde mental e a carreira Geovanna Santos, de 28 anos, acumula uma década de experiência na área administrativa. Apesar de sempre ter facilidade para fazer amizades no ambiente de trabalho e manter vínculos com ex-colegas, no ano passado ela viveu uma situação completamente diferente e descobriu, na prática, o que especialistas chamam de solidão corporativa. Após deixar uma empresa de atuação nacional para trabalhar em um negócio familiar, Geovanna imaginava encontrar apenas uma nova rotina. Em vez disso, deparou-se com um ambiente onde se sentia completamente isolada. 🗒️ Tem alguma sugestão de reportagem? Mande para o g1 "Eu ficava literalmente olhando para a parede", relembra. Sua mesa ficava isolada em uma sala, enquanto o gerente, único colega no ambiente, passava boa parte do dia fora. Enquanto isso, as outras três funcionárias da equipe trabalhavam juntas em outro ambiente. Geovanna tentou se aproximar, mas as conversa

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G1 Economia

Cachorro-quente, brigadeiro e mais: como empreendedores faturam até R$ 4 milhões por ano com ideias simples

Do cachorro-quente ao churrasco: negócios simples que viraram empresas milionárias Cachorro-quente, brigadeiro e churrasquinho são produtos comuns. Mas, quando ganham gestão, estratégia e um diferencial, podem se transformar em negócios de sucesso. 🗒️ Tem alguma sugestão de reportagem? Mande para o g1 Foi o que aconteceu com Dona Eny Matos e o filho, Hugo Matos. O que começou como uma barraquinha de cachorro-quente em Jacarepaguá, na Zona Oeste do Rio de Janeiro (RJ), virou uma rede que hoje fatura cerca de R$ 4 milhões por ano. Em Porto Alegre, uma confeiteira criou um rodízio de brigadeiros e alcançou um faturamento de cerca de R$ 108 mil por mês. Já um ex-açougueiro começou vendendo churrasquinho na garagem de casa e hoje tem uma churrascaria que fatura aproximadamente R$ 300 mil mensais. As três histórias mostram que o diferencial nem sempre está no produto, mas na forma como ele é vendido. Investir na experiência do cliente, manter a qualidade e executar bem a operação faz diferen

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G1 Economia

Após trégua nos preços, azeite volta a ser ameaçado por calor extremo e incêndios na Europa

Oliveira pega fogo durante um incêndio florestal no vale de Mégara, Grécia REUTERS/Louisa Gouliamaki O calor extremo, a seca prolongada e os incêndios florestais vêm aumentando a pressão sobre a agricultura europeia, especialmente sobre os olivais do sul do continente. Produtores alertam que a combinação desses fatores tem reduzido a produtividade das lavouras, comprometido a qualidade dos frutos e elevado os custos de produção, o que pode resultar em novos aumentos nos preços de alimentos como o azeite de oliva. 🗒️Tem alguma sugestão de reportagem? Envie para o g1 Estudos climáticos mostram que o número de dias de verão com condições extremas favoráveis à propagação de incêndios, combinação de calor, seca e vento, dobrou desde 1981, reforçando a vulnerabilidade estrutural dos olivais e de outras culturas mediterrâneas. A preocupação é compartilhada por instituições e entidades do setor agrícola. No início de julho, a Comissão Europeia apontava uma redução dos preços do azeite de oliva

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G1 Economia

Veto da UE atinge carne e mel brasileiros enquanto ganhavam espaço no mercado europeu

Exportações para União Europeia cresceram entre setores que devem ser embargados pelo bloco A carne bovina e o mel brasileiros vêm conquistando cada vez mais espaço no mercado europeu nos últimos anos. Esse cenário pode mudar com a proibição da exportação desses produtos para a União Europeia a partir de 3 de setembro. O bloco europeu alega que o governo brasileiro não fiscaliza adequadamente o uso de antimicrobianos na produção de proteína animal. Empresários brasileiros dos setores afetados, no entanto, afirmam que a medida é protecionista. 🗒️ Tem alguma sugestão de reportagem? Envie para o g1 A carne bovina, por exemplo, registrou aumento de 19% no volume exportado no primeiro semestre de 2026, em comparação com o mesmo período de 2025. Foram enviadas 51,2 mil toneladas aos países do bloco europeu. Os dados são da Associação Brasileira da Indústria Exportadora de Carne Bovina (Abiec). O crescimento já vinha sendo registrado nos anos anteriores. Em 2025, o Brasil exportou 7% mais car