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Agência Brasil Wellton Máximo – Repórter da Agência Brasil*

Dólar sobe e fecha perto de R$ 5,15 com aversão a risco

O dólar e a bolsa brasileira encerraram a segunda-feira (14) pressionados pela aversão ao risco nos mercados, em um dia marcado pelo avanço do petróleo, incertezas no cenário político doméstico e tensões geopolíticas. A moeda estadunidense aproximou-se de R$ 5,15, enquanto o Ibovespa caiu quase 1%. Principais números do dia Dólar à vista: R$ 5,149, alta de 0,49%; Dólar no ano: baixa acumulada de 6,19%. Ibovespa: 185.500,88 pontos, queda de 0,91%; Petróleo Brent: US$ 105,68, alta de 1,02%. Dólar reduz alta Notícias relacionadas:Mercado projeta corte da Selic para 13,75% .O dólar chegou a subir mais de 1% durante a manhã e atingiu a máxima de R$ 5,183, pouco antes das 11h. A pressão refletiu a valorização da moeda estadunidense no exterior e a busca por ativos considerados mais seguros diante do avanço do petróleo e das tensões geopolíticas. A cotação perdeu força durante a tarde, chegando à mínima de R$ 5,1414, depois que declarações do presidente dos Estados Unidos, Donald T

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Agência Brasil Guilherme Jerônymo – Repórter da Agência Brasil

Setembro registra recorde de chuva na capital paulista

Os registros oficiais de chuvas na capital paulista já consideram este mês de setembro como o mais chuvoso desde o início dos registros, em 1943, segundo informações do governo do estado. O levantamento, que toma como referência a base de monitoramento do Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet) no Mirante de Santana, zona norte da capital, registrou 253,8 milímetros (mm) de precipitação até as 9h desta segunda-feira (14). Notícias relacionadas:Chuvas deixam ao menos oito mortos na Grande São Paulo.Capital paulista já acumula quase 200 mm de chuvas em setembro.A média de chuvas para setembro na região é de 83,3 mm. O recorde anterior era de 243,1 mm, em 1983. Os outros anos considerados excepcionalmente chuvosos foram 1957, com 197,2 mm; 1993, com 206,7 mm; e 2015, com 201,7 mm.  Outras regiões do estado também registraram volumes excepcionais de precipitações. Na região de Campinas, entre o dia 1º e 13 de setembro, choveu 257,2 mm. O volume equivale a 3,1 vezes a média mensal de