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Agência Brasil André Richter - Repórter da Agência Brasil

Campanha de Lula vai ao TSE após IA da Meta restringir buscas

A campanha do candidato à reeleição Luiz Inácio Lula da Silva (PT) acionou nesta quarta-feira (14) o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) após constatar restrições na entrega de postagens aos usuários de plataformas da Meta (Facebook, Instagram e WhatsApp). Além das restrições relacionadas às postagens, a campanha também citou que comandos para geração de imagens de inteligência artificial não permitem a criação de conteúdos sobre Lula. Contudo, a criação de imagens relacionadas ao candidato Flávio Bolsonaro (PL) está liberada. Notícias relacionadas:Lula defende Sul Global; Flávio quer proximidade com EUA e Israel.TSE ordena que Flávio e Nikolas removam vídeo de crianças contra Lula.TSE mantém veto a posts que ligam Lula e Flávio ao crime organizado.Na petição enviada ao TSE, os advogados da campanha afirmaram que o algoritmo da Meta está “enviesado” e pratica “seletividade algorítmica” para beneficiar Flávio. “A Meta AI, motor de inteligência artificial que integra todas as plataforma

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Agência Brasil Lucas Pordeus León - Repórter da Agência Brasil

Corte amplo de gastos públicos afetaria área social, dizem economistas

Um corte de gastos públicos no Brasil de grandes proporções que preserve os programas sociais e os reajustes do salário mínimo, pensões e aposentadorias é inviável, calculam economistas ouvidos pela Agência Brasil. O professor Pedro Paulo Zahluth Bastos, do Instituto de Economia da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp), afirmou que cortes expressivos, como os de cerca de R$ 200 bilhões discutidos durante a campanha presidencial, tendem a alcançar as áreas sociais. Notícias relacionadas:Veja os planos de governo de Flávio e Lula para meio ambiente e clima.Lula defende Sul Global; Flávio quer proximidade com EUA e Israel.“Cerca de 90% do gasto primário federal é obrigatório: Previdência, BPC [Benefício de Prestação Continuada], pessoal, pisos de saúde e educação, Bolsa Família. O que sobra, as despesas discricionárias, soma pouco mais de R$ 200 bilhões”, disse. Bastos acrescenta que, dentro das despesas discricionárias, que são aquelas que podem ser usadas livremente pelo gove