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Agência Brasil Daniella Almeida - Repórter da Agência Brasil*

Flávio quer escolas militares; Lula propõe ampliar educação integral

O debate sobre os modelos educacionais propostos pelos candidatos costuma ocupar espaço central na disputa pelo voto do eleitor. Neste ano, temas estruturantes, como a educação, tiveram menos destaque no debate público, em razão do contexto político e do escândalo do caso Master.   Nos planos de governo dos dois candidatos à Presidência da República, a educação ocupa papel de destaque, mas as prioridades são distintas. Enquanto o presidente e candidato à reeleição, Luiz Inácio Lula Silva (PT), afirma que a educação constitui o principal instrumento de transformação e mobilidade social, o senador e candidato Flávio Bolsonaro (PL) insere a educação no contexto do fortalecimento das famílias e do mercado de trabalho.   Notícias relacionadas:Veja os planos de governo de Flávio e Lula para meio ambiente e clima.Lula quer aumentar incentivos à cultura; Flávio defende patrimônio.Conheça as propostas de Flávio e Lula para a segurança pública.Lula afirma que a educação é um “pacto inegociável

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Agência Brasil Agência Brasil

Confira a agenda dos presidenciáveis nesta quinta-feira (15)

Os candidatos à Presidência da República que disputam o segundo turno das eleições gerais cumprem agenda em Minas Gerais e Rio de Janeiro, nesta quinta-feira (15). Flávio Bolsonaro (PL) Flávio Bolsonaro faz live em seu canal no YouTube às 18h e, a partir das 19h, participa do Bloquinho do 22, em Capelinha, Minas Gerais, ao lado do deputado federal Nikolas Ferreira (PL). Notícias relacionadas:Eleições 2026: boca de urna é crime; saiba o que é proibido .E-Título: saiba como votar usando o aplicativo do TSE .Luiz Inácio Lula da Silva (PT) À noite, após o Jornal Nacional, o candidato à reeleição participa de sabatina da TV Globo, nos estúdios da emissora, no Rio de Janeiro. A ordem de apresentação da agenda dos candidatos a presidente segue alternância diária.  

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Agência Brasil Vitor Abdala - Repórter da Agência Brasil

PF faz nova ação contra suspeitos de lavagem de dinheiro em postos

A Polícia Federal cumpriu, nesta quinta-feira (15), seis mandados de prisão preventiva contra acusados de integrar organização criminosa armada envolvida com lavagem de dinheiro em postos de combustível. Entre os alvos presos na operação estão o ex-secretário de Polícia Civil, Marcus Amim, e o ex-prefeito de Belford Roxo e deputado estadual eleito Márcio Canella. A Justiça também determinou o cumprimento de 16 mandados de busca e apreensão, sequestro de bens e valores e suspensão das atividades econômicas de 112 empresas suspeitas de integrarem o esquema de lavagem de dinheiro. Os mandados estão sendo cumpridos na capital fluminense e em mais seis municípios do estado. Notícias relacionadas:Polícia Federal faz ação contra garimpo ilegal no Pará.Polícia Federal faz operação contra lavagem de dinheiro de bets.Entre as empresas suspeitas de lavagem de dinheiro estão 96 postos de combustível. De acordo com relatório do Conselho de Controle de Atividades Financeiras (Coaf), o grupo, que c

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G1 Economia

Fim da escala 6x1 também afeta quem trabalha de segunda a sexta; veja o que muda

Senado aprova PEC do fim da escala 6x1 A Proposta de Emenda à Constituição (PEC) que prevê o fim da escala 6x1, com dois dias de descanso remunerado por semana, foi aprovada pelo Senado nesta quarta-feira (14). A proposta recebeu 75 votos favoráveis e um contrário nos dois turnos de votação. O senador Hamilton Mourão (Republicanos-RS) foi o único a votar contra o texto. 🗒️ Tem alguma sugestão de reportagem? Mande para o g1 Para acelerar a tramitação, a votação ocorreu em dois turnos no mesmo dia. As novas regras, no entanto, não entram em vigor imediatamente. Com a aprovação pelo Senado, a emenda constitucional seguirá para promulgação pelo Congresso Nacional, sem precisar passar pela sanção do presidente da República, como ocorre com projetos de lei. A mudança começará a produzir efeitos dois meses após a publicação da emenda constitucional no Diário Oficial. (veja como vai funcionar) O texto prevê a redução gradual da jornada máxima de trabalho de 44 para 40 horas semanais, sem dimin