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G1 Economia

Dólar abre em queda, com eleições ainda no radar e à espera do Fed

Bolsa cai e dólar sobe após vitória de Lula; economista explica reação do mercado O dólar abriu a sessão desta terça-feira (27) em queda, com um recuo de 0,06% perto das 9h, cotado a R$ 5,3992. Já as negociações do Ibovespa, principal índice da bolsa brasileira, começam às 10h. Na véspera, a moeda americana teve a maior alta diária desde 1999, com avanço de 8,21%, a R$ 5,4027. Já o Ibovespa caiu 13,88%, aos 176.608 pontos, no pior resultado desde março de 2020, durante a pandemia de Covid-19. 🗒️ Tem alguma sugestão de reportagem? Envie para o g1 O resultado das eleições presidenciais no Brasil continua a mexer com os negócios nesta terça-feira, conforme investidores e empresários cobram novos sinais de reajuste fiscal por parte do governo. No exterior, o foco fica com a nova decisão de juros dos Estados Unidos, prevista para amanhã. A eleição em Israel e os preços do petróleo também ficam no radar. ▶️ A vitória de Lula (PT) muda o cenário esperado pelo mercado para juros, câmbio, bolsa

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G1 Economia

Meme 'Mbappé ditador' faz empresas chinesas romperem contratos com o jogador francês; entenda

Meme Mbappe ditador reprodução redes sociais O jogador francês Kylian Mbappé pediu desculpas nesta terça-feira (27) após a repercussão de um comentário sobre um meme que o retrata como um ditador chinês. A polêmica começou após a circulação de um trecho de entrevista em que Mbappé foi questionado sobre seu meme favorito. 🗒️Tem alguma sugestão de reportagem? Mande para o g1 O jogador mencionou um vídeo de um homem que, segundo ele, seria um ditador chinês. Na sequência, aparece uma montagem que coloca o rosto do atacante no corpo de Mao Tsé-Tung, líder da revolução comunista chinesa e fundador da República Popular da China. Em resposta à repercussão, Mbappé afirmou que suas palavras não tinham a intenção de ofender o povo chinês e manifestou respeito pela população e pela história do país. A crise levou ao menos três empresas chinesas a anunciarem o encerramento de acordos comerciais com o atacante do Real Madrid. Em comunicado, Mbappé classificou sua declaração como inadequada, afirmo

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G1 Economia

Principais preocupações dos bancos são com as contas públicas e inadimplência, diz Banco Central

As principais preocupações das instituições financeiras são com o chamado "risco fiscal', ou seja, com a trajetória de rombos seguidos nas contas públicas, além da alta da inadimplência — que bateu recorde —, em um cenário de juros elevados. A informação foi divulgada por meio do Relatório de Estabilidade Financeira (REF) do primeiro semestre deste ano. De acordo com a autoridade monetária, os riscos identificados apontam para um cenário de desaceleração da atividade, já esperado, e refletem incerteza quanto à sustentabilidade da dívida pública e o elevado endividamento de famílias e empresas. Em pesquisa realizada pelo Banco Central com as instituições financeiras, os termos “inadimplência, “juros” e “inflação” figuram entre os mais frequentemente citados nas respostas sobre os principais riscos à estabilidade, acompanhados de referências à volatilidade e à situação fiscal. O relatório do Banco Central foi divulgado após o segundo turno das eleições presidenciais, vencidas neste domin