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G1 Economia

Governo destina R$ 6,6 bilhões em subsídios à produção e importação de combustíveis; guerra no Oriente Médio elevou preços

O governo federal publicou nesta quarta-feira (9) Medida Provisória no "Diário Oficial da União" autorizando R$ 6,6 bilhões para manter subsídios à produção e importação de combustíveis por conta da Guerra no Oriente Médio - que tem pressionado os preços. A maior parte dos recursos (R$ 5,6 bilhões) irá para a subvenção à produção e importação de óleo diesel. Outro R$ 1 bilhão cita subsídios a combustíveis derivados de petróleo, incluindo a gasolina. Os recursos foram liberados por meio de crédito extraordinário, ou seja, estão fora dos limites de despesas existente no arcabouço fiscal, a regra para as contas públicas. Segundo o governo, a medida funciona como uma espécie de “cashback” para compensar a retomada da cobrança dos tributos federais sobre o diesel. Os subsídios de que tratam a Medida Provisória foram instituídos em maio deste ano. Para o óleo diesel, a subvenção é de R$ 1,12 por litro, concedido aos produtores e importadores do combustível e, para a gasolina, é de R$ 0,44

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Agência Brasil Paula Laboissière - Enviada especial*

Brasil tem quase 38 mil pessoas à espera de transplante de córnea

Atualmente, 37.719 pessoas aguardam na fila para transplantes de córnea em todo o país. Em dezembro de 2025, eram 32.639 pacientes - um aumento de 24% em apenas seis meses. Os números são do Conselho Brasileiro de Oftalmologia (CBO).  Apesar da alta demanda, a entidade destaca que nunca foram realizados tantos procedimentos desse tipo no Brasil. No ano passado, foram 17.790 cirurgias que ajudaram a recuperar a visão, um marco classificado pelo conselho como histórico. Notícias relacionadas:Tempo de espera por transplante de córnea no Brasil dobra em 10 anos.Fila para transplante de córnea no Brasil quase dobra em cinco anos.Rio de Janeiro registra recorde de transplante de córnea em maio.“No entanto, o sistema nacional enfrenta um paradoxo: mesmo operando próximo à autossuficiência teórica para o fluxo anual, a lista de espera ativa continua se expandindo devido ao ritmo rápido de novas indicações médicas”, alertou a entidade.  Como consequência do passivo acumulado ao longo dos a