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G1 Economia

Vítimas do trabalho forçado nazista ainda cobram reparação: 'Não compensou nem de longe os danos'

J10 Entrevista: antissemitismo e memória do holocausto A fundação alemã Memória, Responsabilidade e Futuro (EVZ) completa, neste mês, 25 anos desde o início do pagamento de compensações aos últimos sobreviventes obrigados a trabalhar sob o regime nazista. Mas há quem defenda que esses pagamentos deveriam ter começado muito antes, logo após o fim da Segunda Guerra Mundial, em 1945, e que também deveriam ter sido significativamente maiores. Segundo a EVZ, € 4,4 bilhões (cerca de R$ 23,6 bilhões) foram pagos a 1,66 milhão de ex-trabalhadores forçados e seus sucessores legais, em cerca de cem países, entre 2001 e 2007, quando as últimas indenizações foram concluídas. Estima-se que cerca de 26 milhões de pessoas tenham sido obrigadas a trabalhar para o regime nazista entre 1933 e 1945, aproximadamente metade delas em territórios ocupados fora das fronteiras da Alemanha durante a Segunda Guerra Mundial. Estudos históricos indicam que, se todo o trabalho explorado durante a era nazista tive

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Quer começar a investir? Especialistas recomendam mudar a ordem das contas

Como investir se não sobra dinheiro? Esperar sobrar dinheiro para começar a investir pode ser um erro comum. A recomendação é inverter a lógica: em vez de guardar o que resta no fim do mês, separar uma parcela da renda logo após receber o salário. Uma das estratégias sugeridas é a chamada teoria dos três potes, que divide o orçamento entre gastos do dia a dia, reserva de segurança para emergências e investimentos voltados para objetivos futuros, como a compra da casa própria, viagens ou aposentadoria. A regra de bolso mais conhecida prevê a destinação de 60% da renda para despesas correntes, 30% para segurança financeira e 10% para o futuro. Especialistas destacam, porém, que o mais importante é criar o hábito de investir regularmente, mesmo que o percentual inicial seja menor. Toda semana, o g1 Explica simplifica a economia, o mercado financeiro e a educação financeira, mostrando como tudo isso afeta o seu bolso. 📱 Favorite o g1 no Google e acompanhe as principais notícias do dia

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Quer vender mais durante a Copa do Mundo? Veja o que funciona para bares, lojas e restaurantes

Quer faturar mais na Copa? Veja estratégias para atrair clientes durante o torneio A Copa do Mundo não movimenta apenas torcedores. A competição também abre oportunidades para empresas e pequenos negócios aumentarem as vendas ao explorar as mudanças no comportamento dos consumidores durante os jogos. Alguns setores chegam a registrar crescimento expressivo no faturamento. É o caso de bares e restaurantes, que podem ter alta de até 76% nas vendas durante o torneio, segundo levantamento da Data-Makers. O motivo é simples: para muitos brasileiros, assistir aos jogos é uma atividade coletiva. O futebol se transforma em encontro, e o encontro gera consumo. Como faturar mais durante a Copa Para bares, restaurantes e estabelecimentos do setor de alimentação fora do lar, a principal estratégia é transformar a transmissão dos jogos em uma experiência para o cliente. Entre as ações mais utilizadas estão: instalar telões e investir em som de qualidade criar combos promocionais para os dias de jog