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InfoMoney Lara Rizério

Rio avança no combate à informalidade dos combustíveis: como ajuda Vibra e Ultrapar?

Avanço do combate à sonegação e à informalidade no mercado de combustíveis do Rio pode acelerar a migração de mais de mil postos para operadores regulares e abrir espaço para ganhos de participação das companhias de capital aberto The post Rio avança no combate à informalidade dos combustíveis: como ajuda Vibra e Ultrapar? appeared first on InfoMoney.

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CNN Brasil cristianenoberto

Governo aposta na reputação do agro para abrir mercados no mundo

Próximo a ultrapassar as 700 aberturas de novos mercados para produtos agropecuários, Ministério da Agricultura amplia participação em feiras internacionais e intensifica diálogo técnico com parceiros comerciais; governo vê reputação como ativo para abrir novos mercados

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G1 Economia

Entrada da China na ação do Brasil na OMC ajuda a combater guerra tarifária contra os EUA?

Miriam Leitão: Brasil defende multilateralismo na OMC O Brasil ganhou um reforço importante no seu enfrentamento ao tarifaço dos Estados Unidos nesta semana — depois que a China pediu para participar das consultas na Organização Mundial do Comércio (OMC) sobre a ação brasileira contra o tarifaço imposto por Donald Trump. A avaliação é de dois especialistas consultados pela BBC News Brasil. 🗒️Tem alguma sugestão de reportagem? Mande para o g1 "Para o Brasil, isso é importante porque o país ganha não apenas um aliado, mas 'o' aliado. A China é hoje a principal potência mundial em termos de comércio, investimentos e também em termos geopolíticos", afirma Ana Garcia, professora de Relações Internacionais e coordenadora do Centro de Estudos Avançados (CEA) da Universidade Federal Rural do Rio de Janeiro (UFRRJ). "É um apoio indireto, de uma espécie de amigo que não precisa necessariamente agir imediatamente contra os EUA, mas que pode fazê-lo mais adiante, caso seja diretamente afetado. E a

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G1 Economia

Trilionário por 2 meses: a ‘marcha à ré’ da SpaceX que fez Elon Musk perder bilhões de dólares

Uma transmissão ao vivo mostra o CEO da SpaceX, Elon Musk, no dia da oferta pública inicial (IPO) da SpaceX no Nasdaq MarketSite, na cidade de Nova York, EUA, 12 de junho de 2026. REUTERS/Jeenah Moon Dizem que foguete não dá ré, mas o da SpaceX dá — e a fortuna de Elon Musk também. O empresário, que já era o homem mais rico do mundo, tornou-se o primeiro trilionário da história graças, em grande parte, à valorização da empresa espacial. Só que a marca durou pouco: em apenas dois meses, sua fortuna encolheu US$ 146,5 bilhões (R$ 764,65 bilhões), em meio à queda no valor da companhia. 📱 Favorite o g1 no Google e acompanhe as principais notícias do dia As ações da empresa recuaram 31% desde a máxima de US$ 201,8 (R$ 1.053,27), alcançada em junho, e Musk é dono de 42% da SpaceX. Por isso, quando o valor da companhia cai, a participação do empresário também passa a valer menos — e sua fortuna encolhe. Agora no g1 SpaceX cresce em ritmos diferentes O primeiro balanço divulgado desde a aber