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G1 Economia

Nanoempreendedor fica dispensado de se inscrever no CNPJ e de emitir nota fiscal eletrônica até o fim de 2028

Saiba como funciona a categoria tributária nanoempreendedor O chamado nanoempreendedor, microempreendedores com receita anual inferior a R$ 40,5 mil, não precisa mais se inscrever no CNPJ e nem emitir a nota fiscal eletrônica até o final de 2028. O prazo maior de adequação consta no ato conjunto número 6 do da Receita Federal e do Comitê Gestor do IBS (tributo sobre o consumo dos estados e municípios), publicado no "Diário Oficial da União" no fim de agosto. De acordo com Richard Domingos, diretor executivo da Confirp Contabilidade, a medida é relevante principalmente para trabalhadores que atuam por conta própria e possuem baixo faturamento, já que, originalmente, a regulamentação previa a necessidade de inscrição no chamado CNPJ técnico e a emissão de documentos fiscais eletrônicos. "Essa dispensa é importante porque evita que uma parcela de pequenos trabalhadores tenha que assumir, já neste momento de transição da Reforma Tributária, uma estrutura burocrática que poderia ser despro

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Agência Brasil Bruno de Freitas Moura - Repórter da Agência Brasil

Apenas 1 em cada 5 motociclistas de app tem cobertura previdenciária

O Brasil tem cerca de 405 mil pessoas que trabalham como motociclistas de aplicativos, como os de transporte de passageiros e entrega de comida e produtos. Desses, apenas 79 mil têm cobertura previdenciária, o que representa 19,4%, equivalente a um em cada cinco. Para efeito de comparação, quando se leva em conta todas as pessoas ocupadas no setor privado no país, o índice de cobertura previdenciária é de 62,4%. Considerando todos os motociclistas do país, plataformizados ou não, o índice de cobertura é 31%. Notícias relacionadas:Supremo Tribunal Federal adia julgamento sobre uberização.Anvisa libera venda de medicamentos por plataformas como iFood e Rapp.Ao contribuir para institutos de previdência, o trabalhador adquire garantias, como aposentadoria, benefício por incapacidade e pensão por morte. Os dados fazem parte de um módulo especial sobre trabalho por meio de plataformas digitais da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (Pnad) Contínua, divulgada nesta sexta-feira (4)

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Agência Brasil Bruno de Freitas Moura - Repórter da Agência Brasil

Brasil tem 2 milhões de pessoas que trabalham por meio de aplicativos

Cerca de 2 milhões de pessoas trabalharam por meio de aplicativos (apps) no país em 2025. A imensa maioria deles por conta própria, com jornadas semanais mais longas que os demais ocupados no setor privado e ganhando menos por hora trabalhada. A constatação faz parte de uma edição sobre trabalho por meio de plataformas digitais da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (Pnad) Contínua, divulgada nesta sexta-feira (4) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).  Notícias relacionadas:Teto de crédito para taxistas e motoristas de app sobe para R$ 200 mil.Desemprego cai para 5,3%, o menor para o trimestre terminado em julho.O IBGE buscou informações de pessoas com 14 anos ou mais que utilizam os aplicativos para realizar serviços de transporte e entregas. O instituto classifica esses trabalhadores como “plataformizados”. A pesquisa revela que o contingente de 1,959 milhão de trabalhadores por apps representavam 1,9% do total de ocupados no país. Cerca de 1,2 milh

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G1 Economia

Jornada maior, renda menor: quase 2 milhões trabalham por aplicativos no Brasil, mostra IBGE

Entregador por app faz desabafo após ser ofendido por cliente Quase 2 milhões de pessoas trabalhavam por meio de plataformas digitais de serviços no Brasil em 2025, segundo dados da PNAD Contínua divulgados nesta sexta-feira (4) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). A maior parte desse contingente tinha os aplicativos como principais fontes de trabalho. Eram 1,805 milhão de pessoas, ou 92,1% do total. Outras 182 mil utilizavam plataformas no trabalho secundário, enquanto 28 mil trabalhavam por aplicativos tanto na atividade principal quanto na secundária. O número representa 1,9% da população ocupada, estimada em 102,4 milhões de pessoas em 2025. O levantamento mostra que o trabalho mediado pela internet vai muito além de simplesmente conectar trabalhadores e clientes. Os aplicativos podem influenciar quanto o trabalhador recebe, quais clientes atende, os prazos para realizar tarefas e até sua jornada. Ao mesmo tempo, a pesquisa revela que uma parcela significat

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G1 Economia

Preços globais dos alimentos atingem maior nível desde 2022, em meio a clima extremo e guerras, diz FAO

Conta de luz e alimentos puxam recuo da inflação em agosto; El Niño é risco nos próximos meses Os preços globais dos alimentos subiram em agosto para o nível mais alto desde o fim de 2022, à medida que condições climáticas adversas e perturbações provocadas pela guerra no Mar Negro aumentaram a preocupação com o abastecimento de alimentos básicos, informou nesta sexta-feira (04) a Organização das Nações Unidas para a Alimentação e a Agricultura (FAO). O calor extremo e a seca na Europa, a ameaça de um fenômeno climático El Niño severo e as turbulências comerciais causadas pelas guerras na Ucrânia e no Irã abalaram os mercados agrícolas, levando os preços dos grãos a máximas de três anos e os do açúcar a um pico de um ano. 🗒️ Tem alguma sugestão de reportagem? Envie para o g1 O Índice de Preços de Alimentos da FAO, que acompanha as variações mensais de uma cesta de commodities alimentícias comercializadas internacionalmente, registrou média de 133,3 pontos em agosto, acima dos 130,8 pon