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Agência Brasil Igor Santos - Repórter da EBC

Defesa do Irã brilha e segura 0 a 0 contra a Bélgica em Los Angeles

Virou tendência nesta Copa do Mundo de 2026: o goleiro de uma seleção considerada inferior tem uma grande atuação para segurar o empate sem gols diante de uma favorita. Neste domingo (21), isto aconteceu em Los Angeles, onde Irã - de Beiranvand - e Bélgica empataram por 0 a 0, resultado que deixa o grupo G completamente em aberto para a última rodada. No momento, as duas seleções têm dois pontos em duas partidas, enquanto Egito e Nova Zelândia, que ainda se enfrentam na noite deste domingo, somam um cada. Notícias relacionadas:Espanha desencanta e vence a 1ª na Copa goleando a Arábia Saudita.A Bélgica teve quase o dobro do tempo de posse de bola do adversário (56% contra 32% do Irã e 12% do tempo em disputa) e finalizou o triplo de vezes (21 contra 7). No entanto, quem balançou as redes foi o Irã, com Taremi, no primeiro tempo, em jogada que foi anulada por impedimento na cobrança ensaiada de falta. No segundo tempo, a Bélgica correu riscos após a expulsão de Ngoy, que fez uma falta

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Agência Brasil Letycia Treitero Kawada - repórter da Agência Brasil

Marcha em São Paulo pede legalização da maconha

Dezenas de milhares de pessoas se reuniram, na tarde de hoje (21), em um protesto pela legalização da maconha no país. Em frente ao Museu de Arte de São Paulo Assis Chateaubriand (Masp), os manifestantes criticaram os efeitos da criminalização da planta. O grupo destacou que a proibição sobrecarrega o sistema prisional e gera preconceito contra o uso medicinal e terapêutico, que atende inclusive crianças sob prescrição médica.  A 18ª Marcha da Maconha reuniu apoiadores, ativistas e organizações ligadas ao debate sobre regulamentação da cannabis. Notícias relacionadas:Brasil atingiu a marca de 672 mil pacientes que se tratam com cannabis.Anvisa aprova cultivo de cannabis por empresas e amplia acesso.Na Avenida Paulista, camisetas e cartazes denunciaram as restrições aos medicamentos durante o ato deste domingo e traziam mensagens como "Maconha não mata, mas o feminicídio, sim". O perfil dos participantes da marcha era diverso, contando com idosos, pais e mães com seus filhos e jovens