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Agência Brasil Alice Rodrigues*

Palacete Imperial acumula denúncias de abandono no centro do Rio

Quem circula pelo centro do Rio de Janeiro, perto da região do Campo de Santana, pode observar um prédio centenário da cidade em completo estado de abandono. Uma situação que vem preocupando quem mora e frequenta a área todos os dias.  Interditado pela Defesa Civil desde 2008, o Palacete Imperial, localizado na esquina da Praça da República com a Rua Visconde do Rio Branco, abrigou diversas instituições desde a sua fundação em 1862. E testemunhou eventos importantes para a história do país, como a Proclamação da República, em 1889.  Porém, em 2026, o prédio acumula denúncias de depredação e ocupação irregular, além de problemas graves relacionados à estrutura. Moradores da área contam que o prédio está ocupado por pessoas em situação de rua, e que, apesar de promessas de revitalização, nenhum dos projetos foi finalizado.  O Palacete Imperial está sob propriedade da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) desde 1978, e já foi sede da Escola de Comunicação e do Instituto de Elet

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G1 Economia

Casas Bahia espera 2027 pior que 2026, diz presidente

Recuperação judicial: entenda o instrumento usado pelo Grupo Casas Bahia A Casas Bahia trabalha com um cenário econômico mais difícil em 2027 do que neste ano. Segundo o presidente-executivo da varejista, Renato Franklin, o plano de fechamento de quase 300 lojas foi elaborado considerando uma possível piora nas condições de crédito para os consumidores. 🗒️ Tem alguma sugestão de reportagem? Envie para o g1 “Não trabalhamos com melhora no cenário macro. Consideramos que 2027 será pior que 2026”, disse o executivo durante uma conferência com analistas, um dia após a companhia se tornar mais uma empresa do setor a pedir recuperação judicial. “O endividamento vai continuar e algumas alavancas que deram fôlego para o consumo este ano vão criar um passivo no futuro, o que pode gerar uma deterioração do cenário de crédito”, acrescentou Franklin. Segundo ele, a Casas Bahia está cada vez mais restritiva na concessão de financiamentos aos consumidores. A companhia anunciou, no fim de semana, o

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G1 Economia

Recuperação judicial da Casas Bahia: o que muda para quem comprou? E para os funcionários?

Loja das Casas Bahia em shopping de São José dos Campos é fechada. Sarah Brito/g1 Na noite de domingo (16), o grupo Casas Bahia anunciou um pedido de recuperação judicial à Justiça de São Paulo. Mas o que isso significa para clientes e trabalhadores? A princípio, o pedido não permite que clientes deixem de pagar parcelas nem retira direitos dos trabalhadores. A empresa afirma que continuará operando normalmente enquanto tenta renegociar R$ 17,3 bilhões em dívidas. 🗒️ Tem alguma sugestão de reportagem? Mande para o g1 A recuperação judicial é um processo supervisionado pela Justiça que permite à empresa reorganizar suas dívidas para evitar a falência. O processo altera a relação da companhia com os credores, mas não cancela automaticamente contratos de compra nem obrigações trabalhistas. Preciso continuar pagando o carnê? Sim, desde que o produto tenha sido entregue. Segundo Fernando Moreira, especialista em direito do consumidor e professor da FGV, a recuperação judicial não autoriza o

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G1 Economia

'Proibir redes sociais para jovens não será solução mágica', diz psicóloga canadense

'Proibir redes sociais para jovens não será solução mágica', diz psicóloga canadense Getty Images via BBC "É muito fácil vender histórias assustadoras para os pais. Nós somos um grupo ansioso", diz a psicóloga canadense Candice Odgers em um TED Talk que já teve mais de 260 mil visualizações desde que foi lançado, em junho. 🗒️ Tem alguma sugestão de reportagem? Envie para o g1 Odgers se refere à ideia que ganhou força nos últimos anos de que smartphones e redes sociais estão por trás de um aumento nas taxas de ansiedade, depressão e outros problemas de saúde mental entre e adolescentes. Os possíveis efeitos nocivos dessas tecnologias são fonte de preocupação não apenas para pais e mães, mas também para governos ao redor do mundo, muitos dos quais vêm adotando restrições ao uso desses serviços pelos mais jovens. No Brasil, a Agência Nacional de Proteção de Dados (ANPD) determinou a suspensão das transmissões ao vivo (lives) do Discord. A decisão ocorreu após uma adolescente de 13 anos te