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Agência Brasil Pedro Rafael Vilela - Repórter da Agência Brasil

Mendes cita desequilíbrio eleitoral em afastamento de diretores da PF

O ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Gilmar Mendes afirmou haver elementos que indicam que a decisão que determinou o afastamento preventivo do diretor-geral Polícia Federal (PF), Andrei Rodrigues, e do diretor de Inteligência da corporação, Leandro Almada, deveria ser analisada pelo plenário da corte, e não pela Segunda Turma. O ministro também apontou um possível conflito da decisão com precedente vinculante do STF sobre neutralidade do Estado e equilíbrio da disputa político-eleitoral. Notícias relacionadas:Mendonça usou pedido do partido Novo para afastar diretor-geral da PF.AGU pede suspensão imediata do afastamento de diretor-geral da PF."Verdade prevalecerá", diz número 2 da PF após afastamento de Andrei .A manifestação de Mendes ocorreu no despacho protocolado nesta terça-feira (8), em que ele pediu vista do processo e interrompeu o julgamento na Segunda Turma. Mesmo com pedido de vista, a liminar que afasta os diretores está em vigor e o colegiado já formou maioria

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Agência Brasil Marcelo Brandão – Repórter da Agência Brasil

AGU pede suspensão imediata do afastamento de diretor-geral da PF

A Advocacia-Geral da União (STF) pediu ao presidente do Supremo Tribunal Federal, ministro Edson Fachin, a suspensão imediata da decisão de afastar Andrei Rodrigues da direção-geral da Polícia Federal (PF). O afastamento foi determinado em caráter liminar pelo ministro André Mendonça na manhã desta terça-feira (8). A AGU pediu ainda o retorno do diretor de Inteligência da PF, Leandro Almada, ao cargo, que também foi afastado por André Mendonça. O ministro havia atendido um pedido do partido Novo. Notícias relacionadas:STF: Segunda Turma tem maioria para afastar Andrei; Gilmar pede vista.Diretores da PF apoiam Andrei Rodrigues e colocam cargos à disposição.No pedido feito a Fachin, a AGU destaca que a decisão de Mendonça é uma violação à prerrogativa constitucional privativa do Presidente da República para prover e desprover cargos de direção da Polícia Federal. Além disso, o órgão destaca que a saída abrupta do diretor-geral da PF “compromete o funcionamento das atividades de polícia