Agência Brasil
Luiz Claudio Ferreira - Repórter da Agência Brasil
Do gol a gol para o pique-pega. Do esconde-esconde ao skate, depois para o balanço e, em seguida, para a queimada. “Samuca, vem almoçar!”, alguém grita. “Só mais um pouco”, responde o menino, de 8 anos. Mais corrida, pique-bandeirinha e começa tudo de novo. O menino não se cansa, enquanto vive a pureza e a velocidade da infância. Só parou um dia das férias para levar um papo mais sério com o pai.
Era para falar de uma conversa que teve com um amigo, em que os dois riram porque viram um pouco demais do corpo de uma amiguinha. O pai, o goianiense Cleomar Barros, de 43 anos, morador de Brasília, recorda que precisou falar sério. Disse que era preciso respeitar as meninas, como sempre tratou a irmã, de 11 anos. E que não se deve dar risada. O menino concordou e o abraçou.
Cleomar Barros ensina o filho desde criança a respeitar as meninas - Foto Valter Campanato/Agência Brasil
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