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Agência Brasil Agência Brasil*

11 de setembro: após 25 anos, imagens do atentado ainda chocam o mundo

No dia 11 de setembro de 2001, o mundo inteiro parou para ver pela TV as imagens das duas torres gêmeas de Nova York repletas de fumaça. Vinte e cinco anos depois, as cenas do atentado permanecem entre as mais conhecidas e lembradas do século 21.  Quase 3 mil pessoas morreram nos ataques, quando terroristas da Al Qaeda sequestraram e lançaram aviões em direção às torres do World Trade Center de Nova York e no Pentágono, sede do Departamento de Defesa dos Estados Unidos, localizado no condado de Arlington, Virgínia. Um quarto avião caiu na zona rural de Shanksville, no estado da Pensilvânia.   Notícias relacionadas:Julgamento de suposto mentor do 11 de setembro é marcado para 2028.Segundo o professor Eugênio Bucci, da Escola de Comunicações e Artes da Universidade de São Paulo (USP), as imagens das torres desabando, transmitidas repetidas vezes, gerou um trauma em escala global. A televisão, ao vivo, em uma época em que a internet não era tão difundida, prendeu o público pela repetiçã

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Agência Brasil Luiz Claudio Ferreira - Repórter da Agência Brasil

Dia do Cerrado: Guimarães Rosa denunciou riscos ao bioma, diz bióloga

João Guimarães Rosa já era um célebre escritor em 1952 quando participou de uma comitiva de boiadeiros que percorreu, por 240 quilômetros, o Cerrado mineiro entre Três Marias e Araçaí. Anotou tudo o que via pelo caminho em suas cadernetas, inclusive os riscos de devastação que apareciam no horizonte por causa das siderúrgicas. O escritor João Guimarães Rosa - Divulgação/ Centro Cultural São Paulo Os registros feitos por Guimarães Rosa inspiraram obras como Grande Sertão: Veredas e Corpo de Baile, ambos publicados em 1956, e que completam 70 anos este ano. Ele já notava a presença do eucalipto e das siderúrgicas que devastaram a região. Neste Dia Nacional do Cerrado, a Agência Brasil destaca a importância do bioma por meio da obra do autor. Notícias relacionadas:Campanha convoca candidatos a defender o Cerrado nas eleições.Dia Mundial da Água: entidades alertam para perda das águas do Cerrado.“Ele viu que o forno das siderúrgicas era alimentado com o car

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G1 Economia

'Criei do nada um império da moda que me deixou multimilionária, mas cresceu tanto que abri falência'

Sophia Amoruso. Getty Images A fortuna de Sophia Amoruso, em certo momento, chegou a ser maior que a de Beyoncé. Mas, para chegar a este ponto, ela andou de carona, roubou livros e revirou latões de lixo em busca de comida. Tudo o que ela enfrentou pode parecer uma história típica de ascensão e queda. Mas, como ela própria contou ao programa de rádio Business Daily, do Serviço Mundial da BBC, a única razão que a levou a criar a marca de roupas Nasty Gal foi que ela não queria trabalhar. 🗒️Tem alguma sugestão de reportagem? Envie para o g1 Ou, pelo menos, não trabalhar como parte do sistema com suas regras definidas, com um único caminho rumo ao progresso e cumprindo o horário das 9 da manhã às 5 da tarde. E foi a marca de roupas que deixou Amoruso milionária. A Nasty Gal chegou a ser a empresa varejista que mais cresceu nos Estados Unidos em 2012, com faturamento de mais de US$ 100 milhões (cerca de R$ 510 milhões, pelo câmbio atual), segundo a revista Inc. Agora no g1 "Quando era adol