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G1 Educação

Dia da independência do Brasil: a mulher que assinou separação de Portugal e foi a primeira a governar o país

D. Leopoldina ajudou a escrever nossa história política, mas é comum explicá-la apenas como mãe de dom Pedro 2º e esposa de dom Pedro 1º' Domínio público A independência do Brasil em relação a Portugal foi firmada, em 1822, e como o momento histórico ocorreu durante a regência da imperatriz Maria Leopoldina, ela se tornou a primeira mulher a governar o Brasil, ocupando o cargo interinamente por alguns dias. Carolina Josefa Leopoldina de Habsburgo-Lorena nasceu em Viena, na Áustria, em 22 de janeiro de 1797, e integrava uma das famílias mais poderosas da Europa no século 18, os Habsburgo. Terceira filha de Francisco 1º, Imperador da Áustria, a princesa embarcou ao Brasil há 200 anos e mudou os rumos do nosso país. A longa viagem de dom Pedro 1º que culminou na Independência do Brasil Aos 20 anos, em maio de 1817, Leopoldina se casou à distância e por procuração com um homem que nunca havia visto: o príncipe português Pedro de Bragança, futuro dom Pedro 1º, como forma de firmar uma alia

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Agência Brasil Marcelo Brandão – repórter da Agência Brasil

Sete de setembro: soberania, Copa e combate ao feminicídio serão temas

Começa logo mais, às 9h, o desfile cívico-militar do Dia da Independência, na Esplanada dos Ministérios, no centro de Brasília. Para este ano, o governo federal definiu três eixos temáticos: a soberania nacional, o enfrentamento à violência contra as mulheres e a Copa do Mundo Feminina de 2027. O desfile terá duração de duas horas e contará com a tradicional programação militar, com a participação de tropas do Exército, Marinha e Força Aérea. O presidente Luiz Inácio Lula da Silva e ministros de seu governo estarão presente. Temas Notícias relacionadas:Confira dicas para acompanhar o Desfile de 7 de Setembro em Brasília.Veja alterações no trânsito de Brasília para desfile do 7 de Setembro.O combate à violência contra as mulheres tem sido um assunto recorrente neste ano. Em fevereiro, por exemplo, os Três Poderes lançaram um pacto nacional contra o feminicídio. O acordo reconhece que a violência contra as mulheres no país figura como uma crise estrutural que não pode ser enfrentada p