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Agência Brasil Agência Brasil

Suíça bate Colômbia nos pênaltis e avança às quartas após 72 anos

Após um hiato de 72 anos, a Suíça voltará a disputar as quartas de final da Copa do Mundo. Na noite desta terça-feira (7), a equipe europeia eliminou a Colômbia por 4 a 3 na cobrança de pênaltis, após empate sem gols - tanto no tempo normal quanto na prorrogação – no Estádio Vancouver Place, no Canadá. Os suíços despediçaram apenas o pênalti cobrado pelo zagueiro Manuelo Akanji, que bateu por cima do travessão. Do lado colombiano, o chute de Davison Sánchez explodiu no travessão e depois o goleiro Gregor Kobel defendeu a batida de Cucho Hernandez. Em sua 13ª participação em Mundiais, esta é a quarta vez que os suíços se classificam às quartas de final, até então o melhor desempenho deles no torneio. As primeiras vezes que carimbaram a vaga foram em 1934, 1938 e 1954. Na edição passada (Catar 2022), a seleção europeia parou nas oitavas. Notícias relacionadas:Argentina busca virada, despacha Egito e mantém vivo o sonho do tetra.Conheça opções do Brasil para a próxima Copa; meio-campo é

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Agência Brasil Rafael Cardoso - Repórter da Agência Brasil

Governo diz que vai acertar salários do programa Rio Sem LGBTIfobia

O governo do Estado do Rio de Janeiro informou que vai acertar nos próximos dias os salários atrasados dos trabalhadores do Programa Estadual Rio Sem LGBTIfobia. Eles estão sem receber integralmente desde abril e chegaram a decretar estado de greve na semana passada. O compromisso com a regularização do pagamento foi feito por meio de nota enviada à reportagem da Agência Brasil e nas falas de secretários do governo que participaram da audiência pública desta terça-feira (7) na Assembleia Legislativa do Rio de Janeiro (Alerj). Notícias relacionadas:Rio Sem LGBTIfobia: trabalhadores entram em estado de greve .O secretário de Estado de Desenvolvimento Social e Direitos Humanos, Anderson Coelho, justificou o atraso com base em decreto assinado em abril pelo governador interino Ricardo Couto, que estabelece fiscalização mais rigorosa sobre contratos acima de R$ 10 milhões. Aqueles que ultrapassam o valor devem ser submetidos à aprovação de um órgão jurídico. “É uma questão de honra resol