Tarifaço: por que o Brasil evita uma retaliação imediata — e como pode responder aos EUA
Ordem de Lula é evitar reação que dê munição a Trump e Flávio Bolsonaro na crise das tarifas A tarifa adicional de 25% dos Estados Unidos sobre parte dos produtos brasileiros exportados ao país entra em vigor nesta quarta-feira (22) sem que o governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) tenha, até agora, adotado uma retaliação prática à medida. Após a gestão de Donald Trump confirmar a taxa, o Palácio do Planalto chegou a divulgar uma nota em que classificou a decisão americana como um "marco lastimável" e afirmou que iniciaria os trâmites para acionar a Lei da Reciprocidade Econômica. 📱Favorite o g1 no Google e acompanhe as principais notícias do dia 🔎 A lei, aprovada pelo Congresso Nacional e sancionada por Lula em 2025, permite que o governo brasileiro adote medidas de retaliação contra países ou blocos econômicos que imponham barreiras comerciais, legais ou políticas ao Brasil. (leia mais abaixo) Até o momento, porém, o governo ainda não anunciou respostas concretas com bas